A importância do uso de temas geradores na prática pedagógica.
“Para o educador-educando, dialógico, problematizador, o conteúdo programático da educação não é uma doação ou imposição- um conjunto de informes a ser depositado nos educandos- mas a devolução organizada, sistematizada e acrescentada ao povo daqueles que este lhe entregou de forma desestruturada”. Malraux, 1967, p.531
Através da dialogicidade que vamos conhecer os anseios, dúvidas de nossos alunos, problematizando situações desafiadoras causando assim a ação-reflexão-ação.
Daí surgem os conteúdos programáticos , onde os conhecimentos dos alunos devem ser respeitados, isto é, sua “bagagem”, sendo esses os conhecimentos prévios de cada um, o educador não vai trabalhar com aquilo que ele acredita ser importante ao educando, mas de acordo com as vivencias dos mesmos. Tendo em vista que o mais importante de tudo é conhecer o aluno.
Sendo que para Paulo Freire o que é preciso ser levado em conta é a realidade dos alunos, por isso da necessidade de trabalhar com temas geradores, onde os assuntos partem dos interesses dos educando.
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11/11/2009
9/29/2009
Alfabetização e a Pedagogia do Empowerment
Alfabetização e a Pedagogia do Empowerment
Empowerment pode ser definido como "Um processo de reconhecimento, criação e utilização de recursos e de instrumentos pelos indivíduos, grupos e comunidades, em si mesmos e no meio envolvente, que se traduz num acréscimo de poder – psicológico, sócio-cultural, político e econômico – que permite a estes sujeitos aumentar a eficácia do exercício da sua cidadania." (Pinto, 2001, p.247)
“Para se lutar por uma alfabetização crítica como precondição par o engajamento no trabalho pedagógico radical e na ação social, é preciso redefinir a natureza do trabalho dos professores como intelectuais transformadores” Segundo Stanley Aronowitz e Heny Giroux.
A alfabetização política cultural exige repensar o currículo compreendendo-o como um instrumento que representa um conjunto de interesses que devem ser postos, examinados e debatidos criticamente e que permita que as diversas vozes escolares sejam ouvidas, confirmando e legitimando as experiências que dão sentido às próprias vidas, tendo em vista que a bagagem cultural dos alunos é de suma importância para essa construção.
A alfabetização política cultural exige repensar o currículo compreendendo-o como um instrumento que representa um conjunto de interesses que devem ser postos, examinados e debatidos criticamente e que permita que as diversas vozes escolares sejam ouvidas, confirmando e legitimando as experiências que dão sentido às próprias vidas, tendo em vista que a bagagem cultural dos alunos é de suma importância para essa construção.
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