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6/21/2008

Organizando os brinquedos da sala de aula.

Para trabalhar a organização do espaço, peço sempre aos alunos que após brincarem com os brinquedos na “Hora do Brinquedo”, organizem os mesmos nas estantes e nos baús.
Todos participam da organização dos brinquedos, eles conseguem organizar por brinquedos, já na estante grande ficam os jogos, cada um na sua caixa, os carrinhos em ordem, sendo os maiores atrás e os menores na frente.
Nos baús ficam os brinquedos do tipo instrumentos musicais e na estante pequena fica guardado as bonecas.
Eles têm uma facilidade imensa de organizar, todos que chegam na sala perguntam: “Quem é que organiza os brinquedos?”.
Muitas dessas pessoas ficam admiradas quando falo que são os próprios alunos que organizam.

Coelho Sai da Toca.

Essa brincadeira simples e antiga propicia aos alunos trabalharem com as relações espaciais, aquelas que chamamos de relações topológicas, isto é, não se tem relação de distâncias, retas e ângulos, apenas relações de vizinhança, de ordem espacial, de dentro para fora.

Linhas do Tempo.

Realizei com os meus alunos uma linha do tempo, cada um trouxe algumas fotografias desde o nascimento até os dias de hoje para realizarmos o trabalho.
As crianças gostaram muito de ver como eram os seus colegas quando nasceram e com estão diferentes agora, eles conseguiram observar claramente o processo de desenvolvimento de cada um.

4/21/2008

Recordações dos velhos tempos de estudante.

Recordações dos velhos tempos de estudante.


A Interdisciplina de Representação do Mundo pelos Estudos Sociais está nos proporcionando repensar a maneira de trabalhar Estudos Sociais com nossos alunos e também nos fez relembrar nossos velhos tempos de estudante. Principalmente daquelas aulas cansativas de história, onde era necessário responder aos imensos questionários dos livros e decorar datas históricas. Todas as aulas sempre eram a mesma rotina, primeiro abrir o livro na página indicada pelo professor e depois fazer leitura silenciosa e responder o questionário.
Apesar de ainda existir mestres como aqueles, já nos deparamos com outros, preocupados em tornar as aulas mais agradáveis.
Inclusive lembro das minhas aulas de História no curso de Magistério, onde a professora decorava um capítulo inteiro de um determinado livro, sendo que durante as aulas transmitia tudo que havia decorado, nos obrigava a ouvi-la em silêncio sem fazer anotações nenhuma, justificava que não era preciso, pois havia deixado o texto para fazermos cópia no xerox da escola. O pior de tudo era a avaliação, pois esta era uma folha em branco, onde tínhamos que escrever tudo o que lemos no texto, tudo igualzinho sem tirar ou acrescentar nada. E de vez em quando a prova era oral.
Era um horror, as notas da turma eram zero, um, dois,....a maior era cinco. Nesse ano praticamente toda a turma foi reprovada na disciplina.
O que eu nunca entendi era o motivo das atitudes da professora, ela era jovem, graduada, pós-graduada e na época também era estudante do curso de Mestrado em História.