5/02/2010
Reflexão
Essa semana foi curta devido a atividades da semana da educação, promovido pela SMED.
As atividades com as turmas de 1ºano envolveram o uso da internet, onde os alunos acessaram o site Discovery Kids, na opção jogos Robô Mania. O desafio do jogo era a criação de um robô e a escolha de um nome para o mesmo.
Os alunos realizaram a atividade em duplas, representando o nome do robô de diversas maneiras, construindo hipóteses de escrita.
As evidencias dessa construção foram as mais variadas formas que utilizaram para representar à escrita, podendo assim demonstrar os níveis em que se encontram atualmente.
Em uma das turmas seria realizado um pequeno vídeo, com os alunos apresentando os colegas, não foi possível a divulgação das imagens, os responsáveis não autorizaram. Os alunos organizaram-se em duplas e entrevistaram o colega, perguntando o nome, a idade e as pessoas com quem moravam e após apresentaram o mesmo ao grande grupo.
Com a turma do 4º Ano a proposta era a construção de uma árvore genealógica pelos alunos individualmente.
Fiquei surpresa quando os alunos não souberam responder o nome de alguns familiares, principalmente dos avós e bisavós.
A árvore com o nome de familiares faltando evidenciou que os alunos não conheciam e nem ao menos sabiam os nomes dos parentes.
Solicitei aos alunos que conversassem com os responsáveis, a fim de saberem o nome dos familiares que não souberam identificar na construção de sua árvore.
4/25/2010
Reflexão
Essa semana meu planejamento foi dar continuidade a atividade proposta na semana anterior, os alunos que não conseguiram concluir seus auto-retratos utilizando os recursos do programa Paint, tiveram a oportunidade. Houve bastante trocas entre os alunos, todas as descobertas que os mesmos faziam partilhavam com os colegas e inclusive comigo. O que mais me surpreende é maneira como manipulam a máquina sem medos e receios.
Não repreendi em momento nenhum os alunos, mesmo ficando com medo deles "mexerem" onde pudessem deletar tudo. Fiquei somente imaginando tudo que poderia acontecer.
Descobriram diversas coisas, dentre uma delas, como aumentar e diminuir a borracha, enfim enlouqueceram...
O mais desafiador para os alunos foi utilizar os recursos do Paint à vontade, sem restrições, certamente essas descobertas foram bem mais significativas do que seu eu tivesse preparado uma apresentação de como utilizar o programa.
Os alunos comentaram em sala de aula sobre suas experiências que tiveram no ambiente informatizado, fazendo com que vários colegas professores procurassem saber o que estava acontecendo dentro do mesmo.
Percebi mais uma vez, que precisamos criar meios para que os alunos consigam sozinhos fazerem suas próprias descobertadas, que possamos apenas ser um elo de ligação.
Complemento
Os alunos trabalharam em duplas, enquanto um fazia seu desenho o outro colega assistia, podendo auxiliar o colega somente na utilização dos recursos oferecidos pelo programa, sem fazer intervenções no desenho do outro.
O wiki da turma já foi criado, mas ainda faltam colocar os auto-retratos dos alunos, os mesmos foram salvos como fotos.
O endereço do nosso wiki é:
www.aturmadomonteirolobato.pbworks.com
A sensação que pude ter a partir dessa semana é de que o ambiente informatizado é espaço de muitas trocas, interações, onde não há disputas entre quem sabe mais ou menos, a aprendizagem ocorre de uma maneira lúdica.
4/21/2010
Reflexão
Observei nessa primeira semana de estágio trabalhando com as nove turmas do turno da tarde, que os alunos ficaram um pouco surpresos quando falei que iríamos trabalhar com um projeto envolvendo histórias infantis dentro do ambiente, não seriam com jogos no primeiro momento e sim com produções deles. Essas produções serão registradas no Wiki "A Turma do Monteiro Lobato", onde poderão ser visualizadas por todos. Evidenciaram surpresa através de questionamentos, perguntando o que iriam fazer dentro do ambiente, que tipo de atividade seria desenvolvida.
Inicialmente trabalhamos com a história "Peixinhos" da autora Monika Papescu, esta escolhida pelos alunos através de uma pesquisa anteriormente realizada.
A história foi apresentada em slides no programa Power Point, após em duplas os alunos fizeram seus seus auto-retratos utilizando as ferramentas do programa Paint.
Percebi uma grande dificuldade dos alunos em dominar o mouse para realizar seu desenho, foi geral desde os alunos menores do 1º ano, bem como os maiores da 4ª Série.
A atividade foi bem desafiadora, observei bastante empolgação quando mostrei os recursos do programa Paint e que todos poderiam explorar a vontade, de acordo com sua criatividade.
A dificuldade maior que tive foi a questão do tempo com relação as turmas maiores, que precisam ser divididas em dois grandes grupos.
Atualmente o ambiente conta com 11 micros, os encontros com alunos são semanais e tem duração de 60 minutos.
Para que todos os alunos consigam realizarem seus desenhos, vamos utilizar também a aula da próxima semana.
Oficina com a escritora Monika Papescu
A escritora Monika Papescu visitou rescentemente a nossa escola, nesse dia realizou uma oficina com os alunos, mostrando através de ilustrações a maneira como cria suas histórias e suas técnicas que utiliza para confeccionar suas obras.
4/19/2010
Projeto a ser desenvolvido no Ambiente Informatizado
Vamos construir um Wiki, onde os alunos irão registrar suas produções.
Esse projeto atenderá alunos de 1º Ano a 4ª Série, para cada ano ou série os conteúdos e objetivos serões de acordo com o nível dos alunos.
Serão utilizadas histórias infantis como apoio para desenvolver o tema.
Iniciaremos nosso trabalho com a história escolhida pelos alunos chamada “Peixinhos” da autora Monika Papescu, onde retrata a questão das diferenças.
Como pude observar e questionar os alunos sobre as diferenças, a questão de rir do colega, dos apelidos, da agressividade em se relacionar com os outros, surgiu o projeto que pretende trabalhar com essa questão.
4/08/2010
Minha Escola de Estágio

Escola Municipal de Ensino Fundamental de 1º Ano a 4ª Série Monteiro Lobato, localizada na travessa Treze de Maio s/nº, Vila Americana, Alvorada.
Telefone para contato: (051) 34837168.
Possibilidade de transporte: Ônibus linha Americana da empresa Soul.
Mapa virtual: Tendo como referência a Avenida Getúlio Vargas.
Características da escola: Escola de porte médio, com os turnos manhã e tarde de funcionamento, no horário das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas.
Tipo de População que atende: Atende a uma população carente, com 530 alunos (na faixa etária entre 6 e 15 anos).
Professores e funcionários da escola: Possui 24 professores, 1 secretária, 1 vigia, 2 serventes, 4 merendeiras, 2 vices-diretora e uma diretora.
Estrutura Física: Como espaços possui um laboratório de informática, laboratório de aprendizagem, biblioteca, brinquedoteca,vídeteca, cozinha, secretaria, sala dos professores, mini quadra esportiva, refeitório e mini pracinha.
Na parte física possui três pavilhões de alvenaria, dois deles comportam as salas de aulas, brinquedoteca, sala dos professores e banheiros, no outro pavilhão com dois pisos ficam a secretária, o refeitório, a cozinha, o banheiro dos funcionários, a biblioteca, vídeoteca, o laboratório de informática, o laboratório de aprendizagem e um pequeno saguão.
Na escola existe um laboratório de informática com 11 micros, onde a conexão da internet é via banda larga.
Recursos: Quanto aos recursos existentes na escola tem Datashow, Notebook, mimeógrafo, televisor, aparelho de dvd, rádios, retroprojetor e copiadora (xerox).
Funcionalidade do laboratório de informatica: Os alunos têm acesso ao ambiente uma vez por semana com duração de 60 minutos cada turma, o trabalho do mesmo acontece mediante um planejamento da professora titular da turma com o coordenador do laboratório.
Caracteristicas da Direção: A direção da escola trabalha em parceria com toda a comunidade escolar (pais, alunos, funcionários e professores) em busca de uma proposta de qualificação, tendo em vista novas inovações no ambiente escolar.
Reniões Pedagógicas: Uma vez a cada 15 dias são realizadas reuniões pedagógicas determinadas pela SMED.
Sistema de Avaliação: A escola possui um sistema de avaliação através de parecer descritivo por trimestre.
Supervisão de estágio: Temos como supervisora de estagio a vice-diretora professora Luciane, formada em pedagogia.
3/23/2010
A Viagem Pead
Em agosto de 2006 embarcamos em uma viagem muito louca chamada PEAD para uma Ilha Desconhecida, onde a única certeza era que a chegada aconteceria no final de2010.
Todos felizes por ingressar em uma universidade, uns em busca de qualificação profissional, outros realizando um sonho.
Estávamos indo a uma direção totalmente desconhecida guiada pelas Professoras Bea e Íris, no qual apostaram tudo nessa turma que embarcava.
No início aconteceram muitas tempestades, tripulação assustada e perdida.
Ao longo da nossa viagem fomos observados por muitas pessoas, gente que não apostava nada em nossa capacidade, outros acreditavam com receio, assim como havia apenas os curiosos. E lá estavam firmes e fortes nossas guias, que comemoravam a cada vitória do grupo, também aconselhavam e davam broncas quando a embarcação se perdia ou tentava desviar o trajeto.
Tivemos tripulantes que decidiram abandonar a embarcação, assim como outros que resolveram embarcar mesmo com a viagem em andamento.
Cada início e término de semestre foram muito comemorados, onde junto levamos nossos familiares que querendo ou não se envolvem também nessa viagem.
Como grupo de apoio à embarcação tinha as tutoras que estavam ali auxiliando as 24horas. Participaram dessa viagem uma equipe de pessoas especiais como Pro Luciane Real, Marilene Paré, Vera Corazza, Marias...Zecas...
Nessa viagem tinha algo muito especial chamado união, todavia a embarcação era à distância, mas distância foi o que houve, sempre que um tripulante precisou de socorro gritava na famosa lista do Pead. Onde estamos sempre ali uns prontos para auxiliar os outros.
Lembro bem no início da viagem em meio a tantas tempestades onde grande parte da tripulação (inclusive eu) não tinha e-mails, nunca ouviram falar em blog, muito menos que wiki existia.
Nossos amigos perguntavam sobre nossa viagem, falávamos que era tudo muito diferente, uns ficavam impressionados, outros riam.
Pois é, ao longo de nossa viagem aprendemos muitas coisas, inclusive conseguimos fazer revoluções dentro de nossas escolas adquirindo novos parceiros e um bocado de inimigos.
Fizemos por diversas vezes nossos alunos de cobaias de nossos experimentos, no qual todos sobreviveram.
Agora nossas guias falam que já estão avistando a praia mesmo que ainda de longe.
Entramos profundamente em alto mar, agora estamos na fase estágio, que sem dúvidas será tão importante como as demais, mesmo sentindo que a praia está mais próxima precisamos trabalhar incansavelmente.
Percebo que a satisfação das guias é enorme e contagiante, mesmo sabendo que ainda resta talvez uma das partes mais difíceis da viagem.
Com alegria seguimos nossa fascinante viagem por mais um semestre.
12/13/2009
Análise do blog
Difícil avaliar os registros realizados por ela, pois não a conheço.
Escolhi o blog da Cristiane do Pólo de Três Cachoeiras, por ela ter o mesmo nome que eu e por o Pólo ser o mais distante.
Lá encontrei registros com reflexões sobre as leituras e atividades realizadas durante o semestre, também pude observar que há uma comunicação entre a tutora e a aluna, através dos comentários.
11/17/2009
Recursos Visuais da história "Menina Bonita do Laço de Fita"
Recursos visuais utilizados no Plano de Aula da Interdisciplina de Linguagem, para contar a história "Menina Bonita do Laço de Fita"
· Tendo em vista a questão da diversidade, houve a necessidade de trabalhar com a turma esse tema em virtude do dia da consciência negra, aproveitando o momento também vamos trabalhar a literatura infantil, de uma forma bem lúdica.
Segundo o texto: “As histórias, sob a ótica das crianças”, ao ouvir histórias, a criança cria hipóteses sobre como se sentiria se estivesse frente aos mesmos dilemas e situações do personagem. (Gurgel, 2009)
Segundo o texto: “Não há como alfabetizar sem método?”, o letramento escolar, com a exploração das habilidades de leitura, escrita e oralidade, leva a produção de uma didática amparada em diferentes portadores de gêneros textuais. (Trindade, s.d)
11/11/2009
Temas Geradores
“Para o educador-educando, dialógico, problematizador, o conteúdo programático da educação não é uma doação ou imposição- um conjunto de informes a ser depositado nos educandos- mas a devolução organizada, sistematizada e acrescentada ao povo daqueles que este lhe entregou de forma desestruturada”. Malraux, 1967, p.531
Através da dialogicidade que vamos conhecer os anseios, dúvidas de nossos alunos, problematizando situações desafiadoras causando assim a ação-reflexão-ação.
Daí surgem os conteúdos programáticos , onde os conhecimentos dos alunos devem ser respeitados, isto é, sua “bagagem”, sendo esses os conhecimentos prévios de cada um, o educador não vai trabalhar com aquilo que ele acredita ser importante ao educando, mas de acordo com as vivencias dos mesmos. Tendo em vista que o mais importante de tudo é conhecer o aluno.
Sendo que para Paulo Freire o que é preciso ser levado em conta é a realidade dos alunos, por isso da necessidade de trabalhar com temas geradores, onde os assuntos partem dos interesses dos educando.
10/28/2009
Trabalhando com Projetos de Aprendizagem
A valorização dos conhecimentos que os alunos trazem para dentro da sala de aula, serve de base para estabelecer novas aprendizagens e relações. Essa busca de novas informações favorece a autonomia dos alunos.
A função do professor é de mediador, problematizando os projetos com novos desafios, deixando de ser o único um transmissor de conhecimentos.
Ele procura orientar o grupo para que este na perca de vista seu tema gerador.
Plano de Aula
- Sensibilizar para a importância da temática étnico-racial, oportunizando discussões sobre o reconhecimento e valorização das diversidades culturais;
2) Produção textual: Texto de produção coletiva através de cartazes.
3) Jogo: Bingo de palavras.
10/15/2009
Situação Desafiadora

A atividade era traduzir um pequeno vídeo que envolvia um diálogo entre três pessoas conversando através da língua dos sinais.
A experiência foi boa, mas tivemos bastante dificuldade em conseguir interpretar alguns sinais.
Iniciamos congelando cada sinal, buscamos o significado em dicionários indicados pela professora e também em outros dicionários na internet.
Tive durante a realização desta atividade um sentimento de ansiedade, impotência e medo do desconhecido, pois nunca havia passado por uma situação tão desafiadora como essa. Ao mesmo tempo comecei a me colocar no lugar das pessoas com deficiência auditiva, como vivemos em um mundo completamente sonoro, para eles deve ser muito complicado se deparar com algumas situações, pois são poucas as pessoas que dominam a língua dos sinais.
Filme "Seu nome é Jonas"
A escola foi a pior vivência que o menino teve, precisava demonstrar um bom comportamento, para não sofrer punições.
Da mesma forma que a família de Jonas ficou desestruturada, também aconteceria com outra família, sendo que necessitaria se adaptar com a condição do filho, precisaria aprender ou até mesmo se alfabetizar na língua dos sinais, criando estratégias para que todos se entendessem e mantivessem um bom relacionamento.
O filme “Seu nome é Jonas” retrata a realidade de uma pessoa surda aproximadamente na década de 1970, mas mesmo nos dias de hoje as pessoas com deficiência auditiva ainda sofrem discriminação, enfrentam dificuldades em se comunicar, pois são poucas pessoas que possuem conhecimento da língua de sinais, embora já temos diversos recursos tecnológicos, também tendo essas pessoas colocação no mercado de trabalho.
9/29/2009
Alfabetização e a Pedagogia do Empowerment
A alfabetização política cultural exige repensar o currículo compreendendo-o como um instrumento que representa um conjunto de interesses que devem ser postos, examinados e debatidos criticamente e que permita que as diversas vozes escolares sejam ouvidas, confirmando e legitimando as experiências que dão sentido às próprias vidas, tendo em vista que a bagagem cultural dos alunos é de suma importância para essa construção.
Letramento Social X Letramento Escolar
Segundo o texto de Ângela B. Kleiman a palavra “letramento” não está ainda dicionarizada, sendo que ainda não foi encontrado um conceito definido para a mesma. Porém letrado significa ter desenvolvido e usar uma capacidade metalingüística em relação à própria linguagem.
A autora também fala que a escola é a maior agência de letramento, porém tem apenas a preocupação de ter um modelo de educação.
Quando uma criança ingressa em sua vida escolar, normalmente é ignorada pela escola, sua bagagem cultural, seus conhecimentos e saberes não são levados em conta.
Como fala o texto, o letrameto social não é levado em consideração, à leitura de mundo que a criança possui não é considerada, é tratada como uma tabula rasa, como se não tivesse nenhum conhecimento.
A alfabetização é considerada apenas como a decodificação de símbolos, onde os códigos precisam ser associados para formarem palavras, frases e textos. Muitas vezes essas decodificações não tem nenhum sentido para os alunos, não vem de encontro com a sua realidade.
Devido a isso, encontramos cada vez mais crianças que não gostam de ler e quando lêem não fazem nenhum entendimento da leitura realizada.
Como professora procuro fazer relações entre os códigos e símbolos que podem representa-los. As crianças têm contatos com o mundo de “letras” que existem nas ruas em seu cotidiano, procuro sempre contemplar esses conhecimentos.
Criamos coletivamente um alfabeto, onde as figuras que representam as letras são rótulos, embalagens de consumo dos alunos, propagandas e encartes de jornais e revistas.
Temos também em sala de aula um alfabeto móbile, onde cada objeto conhecido e selecionado pelos alunos, faz relação com a letra inicial.
Percebo que nessas pequenas ações fazem com que o conhecimento prévio dos alunos seja levado em consideração, facilitando e despertando o interesse dos mesmos.
9/17/2009
O PEAD me deu asas para poder sonhar mais alto.

Este ano decidi mudar radicalmente dentro da minha escola, fui trabalhar no ambiente informatizado, onde atendo todas as turmas da escola.
Meu trabalho é em parceria com as professoras titulares de cada turma, procurando contemplar os conteúdos e objetivos propostos às turmas, de uma maneira diferenciada e mais lúdica.
Após ter iniciado o PEAD comecei a despertar o interesse em trabalhar no AI da escola, mas ainda faltava coragem, no final do ano passado, tomei uma decisão, iniciaria o ano de 2009 trabalhando no ambiente.
O trabalho no AI está sendo ótimo, apesar de ter alguns obstáculos com relação a alguns colegas, que são mais resistentes a mudanças.
Estamos caminhando com passinhos de tartaruga, para conseguirmos fazer mudanças na concepção de alguns professores, que pensam que o AI é um ambiente de reforço de conteúdos.
Nossa proposta é trabalhar em parceria com os professores, propor aos alunos novos desafios utilizando as tecnologias que são disponíveis no ambiente.
Os alunos participam ativamente das atividades propostas no AI.
Nossa próxima meta é trabalhar com os Blogs em todas as turmas desde o 1º ano até a 4ª série.
Comênio x Dias atuais.

Há muitos anos atrás existiu Comênio, um mestre que não se contentava em ensinar aos alunos de uma maneira repetitiva, fazia com que suas aulas fossem atrativas e prazerosas. Utilizava-se da música, isto é, de recursos lúdicos para despertar o interesse dos alunos.
Imaginamos Comênio nos tempos atuais onde a tecnologia conspira a nosso favor, como seriam suas aulas, suas atividades propostas.
Naquele tempo bem primitivo em relação aos novos tempos ele fazia a diferença.
Ainda encontramos muitos professores que vivem os tempos de Comênio, mas como seus colegas, que faziam sempre da mesma maneira, sem nenhuma inovação em suas aulas, criticando aqueles que estão dispostos a novas idéias e desafios.
Precisamos inovar, criar desafios aos nossos alunos, buscando cada vez mais o auxílio das tecnologias.
Não dá para ficar parado, usando quadro e giz, com os alunos sentados, um atrás do outro, fingindo não estar acontecendo nada.
Estamos vivenciando uma era tecnológica, onde basta um clicar que temos diversas informações sobre um determinado assunto.
A final não são as respostas que movem o mundo, mas sim as perguntas.
9/03/2009
Liberdade de Expressão
É através de simples atividades que o aluno transpõe sua imaginação para um mundo de sonhos, onde tudo é possível.
O texto " O menininho " de Helen Buckley, mostra a realidade de uma criança que era submissa a fazer tudo do jeito da professora para agradá-la, mesmo gostando mais do seu jeito, deixava de expor sua criatividade por medo.
Nessa história a professora subestima a capacidade dos alunos, tornando os mesmos meros robôs repetindo exatamente o que diz ser o correto. A espontâneidade dos alunos em momento nenhum é aceita, não existe valorização da autonomia dos alunos.
Infelizmente nos deparamos com colegas professores que ainda pensam e agem dessa forma com seus alunos, onde dentro da sala de aula, prevalece a sua palavra autoritária, os alunos são sujeitados a reproduzir tudo mecânicamente, sem poder fazer questionamentos.
Me reporto aqui as palavras do Professor Helvécio onde dizia ontem na aula presencial, que ninguém passa pela a escola sem ficar com marcas, nem que seja marcas de robotização. Que é na escola que formamos cidadãos críticos ou robôs humanos.
VII SEMESTRE
As disciplinas que vamos cursar nesse semestre serão:
Didática, Planejamento e Avaliação,
Educação de Jovens e Adultos no Brasil,
Linguagem Brasileira de Sinais- Libras,
Linguagem e Educação e
Seminário Integrador
6/14/2009
Deficiência Mental
"A deficiência intelectual ou mental é conhecida por problemas com origem no cérebro e que causam baixa produção de conhecimento, dificuldade de aprendizagem e um baixo nível intelectual. Entre as causas mais comuns deste transtorno estão os fatores de ordem genética, as complicações ocorridas ao longo da gestação ou durante o parto e as pós-natais. O grande enigma que se coloca diante dos pesquisadores é como detectar ainda na vida dentro do útero estas características.
Embora seja possível identificar a maior parte dos casos de deficiência mental na infância, infelizmente este distúrbio só é percebido em muitas crianças quando elas começam a freqüentar a escola. Isso acontece porque esta patologia é encontrada em vários graus, desde os mais leves, passando pelos moderados, até os mais graves. Nos casos mais sutis, os testes de inteligência direcionados para os pequenos não são nada confiáveis, torna-se então difícil detectar esse problema. Nos centros educacionais as exigências intelectuais aumentam e aí a deficiência mental torna-se mais explícita." Texto de Ana Lucia Santana
http://www.indianopolis.com.br/si/site/1112
6/07/2009
Sobre as siglas PCD,PPD e PNE.
Autismo
O autismo é um transtorno mental que afeta a comunicação e o comportamento humano. O termo autismo refere-se ao significado: ausente ou perdido.
O menino autista é incapaz de utilizar-se da linguagem para processar a informação que recebe do meio ambiente. Aproximadamente a metade dos meninos que sofrem de autismo é muda e, a outra metade (aqueles que falam), geralmente é capaz apenas de reproduzir mecanicamente aquilo que escuta.
Algumas características do autismo são: padrão desigual de desenvolvimento, a fascinação do autista por objetos mecânicos, respostas repetitivas aos estímulos recebidos pelo meio e resistência a qualquer mudança que venha do meio ambiente. Sabe-se também, que alguns meninos autistas apresentam habilidades notórias como a destreza matemática.
A causa, o diagnóstico e o tratamento do autismo ainda estão sendo estudados. As pesquisas sugerem que a causa deste transtorno seja uma possível falha genética que pode estar constituída em alguma forma de doença auto-imune ou enfermidade degenerativa das células do sistema nervoso.
Faz parte do tratamento recomendado para portadores de autismo o recebimento de educação especial, com aprendizagem intensa e gradual, acompanhada de um controle intenso do comportamento da criança.
5/22/2009
Filme Vista Minha Pele
Nesta história invertida, os negros são a classe dominante e os brancos foram escravizados. Os países pobres são Alemanha e Inglaterra, enquanto os países ricos são, por exemplo, África do Sul e Moçambique. Maria é uma menina branca, pobre, que estuda num colégio particular graças à bolsa-de-estudo que tem pelo fatode sua mãe ser faxineira nesta escola. A maioria de seus colegas a hostilizam, por sua cor e por sua condição social, com exceção de sua amiga Luana, filha de um diplomata que, por ter morado em países pobres, possui uma visão mais abrangente da realidade.
O vídeo pode ser usado na discussão sobre discriminação no Brasil. É um instrumento atraente, com linguagem ágil e atores conhecidos do público alvo - adolescentes na faixa de 12 a 16 anos. Vem acompanhado de uma apostila de orientação ao professor para sua utilização em sala de aula, elaborada por educadores e psicólogos comprometidos com as questões de gênero e raça.
Esse filme foi criado MEC a fim de abordar a questão do preconceito racial.
5/19/2009
Aula presencial
A aula presencial de Psicologia sobre o método clínico nós levou a reflexão para entendermos um pouco o que ocorre no pensamento da criança de acordo com o seu nível de desenvolvimento(estádio) em que a criança encontra-se. A capacidade de seu entendimento, de percepções e suas certezas.
5/13/2009
O clube do imperador
O filme "Clube do Imperador" retratou o dilema de um professor que acreditou no potencial de um aluno culto, porém rebelde, debochado, teimoso, mas com tudo isto tentou modelar o caráter deste, falhando. Para a constatação deste docente, Bell, foi uma decepção, mas, através dos outros alunos pode constatar seu erro e mais: "Mas o valor de uma vida não é determinada por um único fracasso ou um sucesso solitário... ", pois os outros alunos o ensinaram quando mostraram a gratidão pela educação recebida, o reconhecimento quando leram a placa em homenagem ao professor.
A questão principal é de que maneira podemos na relação entre professor/aluno de maneira ética, pautada em valores sólidos, visto que o mundo nos mostra "até que ponto vale a pena", pois a educação de base, a educação familiar vem de berço e o acompanha, e é bastante difícil de modelar, é possível modificar, caso seja necessário, mas em se tratando de um colégio tradicionalista e dispendioso, onde o Diretor é comunicado que o aluno está burlando as normas, no caso "colando", e por ser filho do Senador esta falha "não deve" ser reparada imediatamente, mostrando a impunidade em relação aos "poderosos".
4/27/2009
O dilema do antropólogo francês
Claude Lee, antropólogo francês, acaba de chegar numa ilha de um arquipélago na Polinésia. Sua missão é pesquisar os hábitos dos nativos que lá habitam. Os costumes dos nativos são bastante diferentes dos costumes dos franceses, mas ele tem o cuidado de não julgar o modo como estes nativos vivem, porque tal avaliação sempre seria parcial. Como poderíamos abstrair sinceramente a concepção de mundo que herdamos da nossa cultura e avaliar imparcialmente todas as culturas?
O antropólogo tem ainda outro argumento: qual seria a medida pela qual julgaríamos as culturas? Existem quesitos transculturais que nos permitem avaliar toda e qualquer cultura? A reposta do antropólogo é não: toda avaliação está condicionada pela cultura do avaliador.
Assim, Claude decidiu jamais interferir no modo de vida dos habitantes do arquipélago. Estes, contudo, possuem uma crença que testa a determinação do antropólogo: os nativos acreditam que os mensageiros dos deuses são homens de pele branca, seres que expressam a vontade absoluta dos deuses – tudo o que disserem deverá ser obedecido. O teste ocorre na pergunta que eles lhe fazem: “você tem a pele branca, então você é um mensageiros dos deuses, ou as nossas crenças estão erradas?”
O antropólogo, fiel aos seus princípios, mente: “sim, eu sou o mensageiro dos deuses”. Mas então surge uma pergunta ainda mais difícil: “todos os homens brancos são mensageiros dos deuses, ou as nossas crenças estão erradas?”
Claude reflete: se responder positivamente estará deixando os nativos vulneráveis aos seus conterrâneos inescrupulosos que fatalmente descobrirão a ilha. Mesmo assim, responde de acordo com a cultura dos nativos: “sim, todos os homens brancos são mensageiros dos deuses”.
Análise sobre o "O dilema do antropólogo francês"
O antropólogo não está fazendo juízo de valores, concepção de mentira ou verdade tem haver com a cultura, com a crença, pois o que para muitos é extremamente verdadeiro, para outros povos, nada disso passa de uma ilusão, uma mentira.
Em nenhum momento a cultura do antropólogo vai contra a cultura local, mesmo ele sendo um elemento estranho a tal civilização, acabou não criando nenhum julgamento cultural sobre a mesma.
4/21/2009
Mosaico Étnico-Racial

Essa experiência foi muito válida, observei grande integração da turma na busca em descobrir suas origens antepassadas.
4/03/2009
Deficiência física não é sinônimo de incapacidade.
Projeto de Aprendizagem
3/29/2009
VI - Semestre
- Desenvolvimento e aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II.
- Educação de pessoas com necessidades educacionais especiais.
- Filosofia da educação.
- Questões étnico-raciais na educação: Sociologia e História.
- Seminário Integrador VI.
11/30/2008
Racismo.
11/16/2008
Gestão Democrática na Escola.
A escola de um modo geral, já conseguiu um grande avanço com a eleição de diretores e do conselho escolar.
Em uma das escolas em que trabalho há uma grande participação da comunidade escolar, através de reuniões, conselhos de classe, palestras e outros eventos.
10/26/2008
Estresse no Trabalho Docente.
10/19/2008
A morte devagar.

10/06/2008
Aprendizagem na vida adulta
Segundo Maturana o "educador precisa colocar-se no lugar do educando, tentando compreeder suas dúvidas a fim de lhe dar as respostas de que está necessitando e que está preparado para ouvir".
9/04/2008
Participação da comunidade na gestão democrática e na patrimonialista.
Na gestão patrimonialista , o gestor é quem decide sozinho a tomada de decisões, de acordo com a realidade que ele pensa ser a ideal, aqui não há participação da comunidade escolar nas decisões (democracia), pelo contrário é a comunidade que deve se adequar às normas estabelecidas pelo gestor da unidade escolar.
8/20/2008
Tempo
Procuro conciliar casa, trabalho e estudos.
Aos domingos a tarde procuro me dedicar mais aos estudos.
Nem sempre consigo realizar os trabalhos do PEAD no período que mais ou menos reservo.
Normalmente ocupo o período da tarde e noite, quando inicio as atividades no computador observo que as horas passam muito rápido, sem mesmo me dar por conta.
Ao iniciar o curso de pedagogia, precisei ajustar meus horários para poder atender todos os meus afazeres.
Mas estou observando no momento que preciso reorganizar melhor ainda o gerênciamento do meu tempo.
Pretendo diminuir o "tempo" das atividades domésticas, e me dedicar mais tempo aos estudos.
6/21/2008
O desafio das sombras.
Os alunos ficaram enlouquecidos, cada grupo (trio) queria fazer uma sombra melhor do que a outra.
A segunda parte do trabalho era criar um conceito sobre: O que é a sombra?
Todos participaram, cada um falou o seu entendimento sobre o assunto.
Conseguiram formar o seguinte conceito:
O que é a sombra?
“A sombra é feita quando o sol ou uma outra luz bate em alguma coisa e isso reproduz uma imagem.”
Organizando os brinquedos da sala de aula.
Todos participam da organização dos brinquedos, eles conseguem organizar por brinquedos, já na estante grande ficam os jogos, cada um na sua caixa, os carrinhos em ordem, sendo os maiores atrás e os menores na frente.
Nos baús ficam os brinquedos do tipo instrumentos musicais e na estante pequena fica guardado as bonecas.
Eles têm uma facilidade imensa de organizar, todos que chegam na sala perguntam: “Quem é que organiza os brinquedos?”.
Muitas dessas pessoas ficam admiradas quando falo que são os próprios alunos que organizam.
Coelho Sai da Toca.
Reciclagem do lixo.
A atividade despertou a conscientização dos alunos sobre como se deve separar o lixo de forma correta.
A escola vem todos os anos trabalhando com a reciclagem do lixo desde os primeiros anos até a quarta série.
Os alunos se tornaram o fiscal da sala e da escola, quem colocar lixo no lugar errado, é chamado a sua atenção para separar de forma correta seu lixo.
Durante o lanche todos estão tendo o cuidado de lavar seu pote de iogurte, latinha de refrigerante e outras embalagens, colocando limpas no lixo seco, bem como despejar toda a sobra do salgadinho, da bolacha ou outro alimento no lixo orgânico.
Muitos pais estão vindo até a escola comentar que em casa as crianças também querem ter duas lixeiras para poderem separar o lixo.
Linhas do Tempo.
As crianças gostaram muito de ver como eram os seus colegas quando nasceram e com estão diferentes agora, eles conseguiram observar claramente o processo de desenvolvimento de cada um.
Matemática: Teoria x Prática.
Procuro sempre lançar novos desafios de uma lúdica envolvendo questões de matemática.
A mais desafiadora foi trabalhar com frações, sendo que atuo em duas turmas de 1º Ano do ensino fundamental, realizei o trabalho de uma forma bem prática sem falar que estávamos trabalhando com frações. Desenhei vários círculos em forma de pizza, sendo que cada um tinha um número de pedaços diferente dos demais.Os alunos adoraram o novo quebra-cabeça de pizza, que deveriam dividir com seus colegas do grupo. Após fizemos um relatório sobre quantas pizzas tinham, quantos pedaços cada um tinha, quantos elementos precisou ter o grupo para que cada um ganhasse um pedaço de pizza.
Perguntas dos alunos que surgem durante a aula.
As crianças têm medo de errar, vergonha de expor seus sentimentos. Já com os adultos tudo é diferente, preferem ouvir e calar-se diante de expor seus sentimentos.
Tenho isso bem presente no meu cotidiano escolar, sempre quando temos conselho de classe da turma todos os pais e alunos participam, porém notoriamente as crianças falam, dizem o que está bom, o que precisa ser melhorado, já quando fizemos as mesmas perguntas aos pais eles se calam e com isso, fica um ambiente silencioso onde ninguém fala nada.
Instigamos muito eles, para apenas um outro responder...está tudo bem...e mais nada é dito.
Comentário sobre o filme Balance.
Também nos leva a pensar como nós humanos somos capazes de destruir nosso planeta, sem ao menos pensar que essas atitudes impensadas causam irreversíveis danos ao nosso meio ambiente.
Trabalhando com interpretação de desenhos.
Realizei com meus alunos a mesma atividade proposta sobre a interpretação de desenhos que fizemos no início do semestre.Com os alunos pude observar também as várias formas de interpretação que temos sobre um mesmo assunto ou desenho, tudo isso devido as nossas vivências e a bagagem cultural que carregamos desde a nascença.
5/18/2008
A matemática no meu cotidiano.
"Mata a cobra e mostra o pau."
Em minha sala de aula tem uma pia, com toda instalação e água corrente.
Um aluno ao utiliza-la, avistou uma lesma no seu interior e chamou os demais colegas para vê-la. Queriam matar o animal, precisei intervir conversando com os alunos, disse que o bichinho era indefeso, que não estava nos prejudicando, pedi para que ninguém tocasse nele.
Espontaneamente um aluno pegou o bicho e colocou na beira da janela, os demais colegas ficaram surpresos com a atitude do menino.
Esse menino chama-se João e ele contou que não tinha medo de pegar a lesma, pois pega os passarinhos que mata com uma funda e os atira no valão perto da sua casa.
A aula parou e todos ficaram em silêncio apavorados com o relato do João.
Fizemos uma conversa sobre a importância dos animais em nossa vida, principalmente a dos pássaros, alguns coleguinhas posicionaram-se contra a atitude do menino, falaram inclusive sobre a fé e a religião, dizendo que com certeza “Papai do Céu” iria castiga-lo.
Perguntei ao menino onde ficava o “valão” que os passarinhos mortos eram jogados, descobri que se tratava do Arroio Feijó, então aproveitamos para falar sobre preservação do arroio, que a chuva na qual alagava a casa do João era causada devido ao lixo depositado nos esgotos e no arroio.
No dia seguinte o João trouxe a “funda” para mostrar as seus colegas seu brinquedo preferido.
Disse: - Vocês duvidaram que eu tinha uma funda então eu trouxe para mostrá-la “eu mato a cobra e mostro o pau”.
Recolhi a funda, novamente fizemos uma conversa sobre a postura errada do menino, um colega fez uma comparação da funda com um revolver, matar um pássaro com uma “fundada” é o mesmo que uma pessoa matar outra com um tiro.
Após a aula terminar fui examinar a funda e o que pude observar é que ela era bem feita, que não podia ser confeccionada por uma criança, isso foi o que mais me causou revolta, como um adulto tem a coragem de incentivar uma criança a fazer maldades com os animais. Vejo o aluno como um inocente de seis anos que reproduz a violência contra a natureza, através de incentivos vividos por ele em seu meio social.
4/21/2008
Plano Individual de Estudos.
Recordações dos velhos tempos de estudante.
Apesar de ainda existir mestres como aqueles, já nos deparamos com outros, preocupados em tornar as aulas mais agradáveis.
3/31/2008
Avaliação do III Semestre.
A interdisciplina de Teatro me proporcionou trabalhar o teatro com as crianças de uma maneira lúdica e prazerosa.
A interdisciplina de Música nos fez perceber quantas coisas existem na música que podem ser trabalhadas em sala de aula.
Na interdisciplina de Artes Visuais realizamos atividades importantes que nos proporcionou um contato maior com a arte, como por exemplo à visitação a Bienal.
12/23/2007
12/09/2007
Música MPB para crianças
Durante a aula presencial a professora Cristina nos propiciou refletir sobre os passos, compassos e até sobre as notas musicais.
Sempre ouvi músicas, mas nunca havia pensado nesta questão.
Depois foi a vez de por em prática com os meus alunos o que aprendi na aula presencial.
Primeiro conversei sobre as músicas preferidas de cada um, logo em seguida deram a sugestão da música “Fico assim sem você” da cantora Adriana Calcanhoto.
Inicialmente cantamos a música apenas acompanhada por palmas, logo após a escutamos.
Então logo lancei o desafio de marcarmos a música através de passos em quatro tempos. Os alunos compreenderam os passos, então fizemos os mesmos acompanhados do som da música.
Nessa proposta pude observar que os meninos demonstram maior facilidade, talvez sensibilidade com o ritmo da música e as meninas com a expressão corporal, nesse caso com os passos.
"Contação" de Histórias Infantis.
Como professora sempre gostei de contar histórias para os meus alunos da maneira mais lúdica e atrativa possível e a interdisciplina veio de encontro ao trabalho que já realiza anteriormente.
Ouvir uma história encenada se torna muito atrativa e propicia aos alunos viajarem em um mundo de imaginações.
Apenas ouvir alguém contar uma história torna-se algo cansativo e faz com que muitas vezes a história perca seu real sentido. As crianças também se dispersam e conversam no momento em que a história está sendo contada.
O trabalho proposto pela professora Suyan sobre a apresentação de uma história infantil foi ótimo, envolveu todo o grupo de alunos, houve uma preocupação em contar a história da maneira mais lúdica possível, envolveu a construção de cenários, de personagens, máscaras, fantoches e roupas.
Todas as apresentações estavam ótimas apesar de serem muitos grupos, não se tornou cansativo, pois cada grupo soltou a imaginação e representou sua história da melhor forma possível.
12/02/2007
VISITA A 6ª BIENAL DO MERCOSUL

Foi ótima a visita a 6ª Bienal do Mercosul, pois nunca havia visitado antes, por falta de oportunidade. Com a realização do projeto de Artes Visuais pude entender melhor a exposição, durante a visitação os monitores comentavam sobre as obras de cada artista, contando assim um pouco da história de cada uma e também a biografia dos mesmos.
Através de uma obra podemos ter várias visões, cada pessoa consegue enxergar de uma maneira diferente uma da outra.
Cada obra é rica em detalhes, cores, materiais utilizados para construí-las e transmite várias mensagens. Durante a visitação tivemos a oportunidade em conhecer as obras de alguns artistas.
No Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) estavam abrigadas às mostras monográficas dos artistas Francisco Matto e Öyvind Fahlström, já no Santander Cultural estava a exposição monográfica do artista Jorge Macchi.
POR QUE VOCÊ OUVE TANTA PORCARIA?
De acordo com a pesquisa realmente pude observar, como a mídia influencia às preferências.
Todas as porcarias que a mídia lança torna-se modismo, porém tudo isso acaba se tornando passageiro.
Temos como exemplo algumas músicas que fizeram sucesso a momentos atrás e que atualmente ninguém mais lembra, foram apenas as sensações daquele momento.
Muitas vezes as pessoas acham os lançamentos musicais o máximo, mas nem se dão conta da mensagem que a música transmite, inclusive gostam pois ouvem toda hora nas rádios.
11/18/2007
COMENTÁRIO DO BLOG RELATOS DE EXPERIÊNCIAS
O relato de experiência que mais despertou minha atenção foi:http://http://quemfaz.blogspot.com/2005_03_01_archive.html
O projeto foi realizado pela Professora Célia Reichert Engelmann na Escola Municipal de Ensino Fundamental Albano Kanzler, localizada no Município de Jaraguá do sul / SC, sendo este realizado com uma turma de alfabetização.
A escola possui um Ambiente de Tecnologia Educacional (ATE) que é um ambiente composto de biblioteca, videoteca, televisão, vídeo e dez microcomputadores conectados à Internet.
Segundo a professora havia uma necessidade de oferecer aos alunos o acesso aos mesmos, pois o papel do professor é de propiciar aos alunos vivências e o desenvolvimento de habilidades, tais como: a busca e troca de informações; o interesse na construção e reconstrução do conhecimento; a interação e cooperação em grupo, ou seja, a preparação dos alunos para enfrentar as exigências sociais.
O recurso da informática é uma alternativa para o processo de alfabetização, pois desperta a curiosidade possibilitando a continuidade na pesquisa e estimulando a criatividade, facilitando a organização estética na criação e recriação da produção escrita.
A Professora Célia para garantir o sucesso do projeto traçou as seguintes metas como objetivo de trabalho:
� Buscar fundamentos teóricos para orientar a prática;
� Apresentar os periféricos que compõe o computador;
� Identificar os programas do Megalogo, Paint e Word;
� Digitar músicas que se sabe de cor, para o reconhecimento do teclado e mouse;
� Utilizar o computador como recurso no processo de alfabetização;
� Realizar leituras de histórias de diversos gêneros fazendo uso de diversos recursos;
� Construir histórias em grupos utilizando o Editor de Texto;
� Revisar e reconstruir as histórias construídas;
� Desenhar utilizando o Paint;
� Organizar uma manhã de socialização com pais, para apresentação dos trabalhos.
A professora mostra os argumentos que facilitam a clareza das suas intenções quando diz que “no processo de alfabetização, muitas vezes torna-se cansativa para o aluno a produção escrita, sendo que esta produção pode tornar-se mais atrativa com o uso do computador que possibilitará que o aluno não se preocupe com o tratado das letras, dedicando-se ao conteúdo dos textos. A escola tem o compromisso de oferecer aos alunos a escrita em seus diversos usos, entendendo que a alfabetização não é apenas ler e escrever, mas aprender a ler o mundo e compreender o seu contexto”.
Como professora também vivencio essa prática em minha escola com meus alunos, que têm acesso ao ambiente informatizado uma vez por semana.
Percebo claramente o processo de alfabetização através das atividades realizadas por eles no computador, principalmente seus avanços, dificuldades e os níveis de alfabetização em que cada um se encontra.
MÚSICA E LUDICIDADE
MÚSICA NA MINHA CIDADE

11/04/2007
HORA DE FAZER NOSSA HISTÓRIA VIRAR TEATRO.

HISTÓRIA COLETIVA DA TURMA 13
HISTÓRIA COLETIVA
10/22/2007
Interpretação de Poesias.
Li e reli várias vezes o texto proposto pela interdisciplina mas tive muitas dúvidas, procurei outros materiais e continuava não entendendo nada.
Precisei procurar um profissional desta área, para entender um pouco melhor o assunto.
Agora já consigo entender melhor, pórem ainda continuo achando complicada a interpretação das poesias.
9/30/2007
III SEMESTRE
Relembrando...
8/13/2007
HOMENAGEM AOS PAIS!

7/29/2007
Escola da Ponte
Mensagens da Tutora Adriana Irigaray
Parabéns pela criatividade!
7/22/2007
UFRGS (ROODA) sem conexão
Realizei as atividades envolvendo a entrevista com os pais dos alunos no wiki, lá deu tudo certo.
7/15/2007
Recordando a Infância

Pela primeira vez me senti feliz no Pead
6/23/2007
VIVA SÃO JOÃO !!!

6/19/2007
Grande Expectativa
6/10/2007
Muitas dificuldades pelo caminho.

5/27/2007
Reflexão...
5/20/2007
Que correria!

5/08/2007
DOCE ILUSÃO
4/22/2007
TENTANDO RECOMEÇAR O 2º SEMESTRE
Depois de tantos desencontros, finalmente consegui postar. Cada vez que vou publicar minha postagem a página do blog fica sem conexão. Mas apesar de tudo estou muito feliz em recomeçar o semestre. Estou com grandes expectativas em relação a disciplina de alfabetização, pois trabalho já alguns anos nesta área.


