5/02/2010

Reflexão

Reflexão da semana 26 a 30/04

Essa semana foi curta devido a atividades da semana da educação, promovido pela SMED.
As atividades com as turmas de 1ºano envolveram o uso da internet, onde os alunos acessaram o site Discovery Kids, na opção jogos Robô Mania. O desafio do jogo era a criação de um robô e a escolha de um nome para o mesmo.
Os alunos realizaram a atividade em duplas, representando o nome do robô de diversas maneiras, construindo hipóteses de escrita.
As evidencias dessa construção foram as mais variadas formas que utilizaram para representar à escrita, podendo assim demonstrar os níveis em que se encontram atualmente.
Em uma das turmas seria realizado um pequeno vídeo, com os alunos apresentando os colegas, não foi possível a divulgação das imagens, os responsáveis não autorizaram. Os alunos organizaram-se em duplas e entrevistaram o colega, perguntando o nome, a idade e as pessoas com quem moravam e após apresentaram o mesmo ao grande grupo.
Com a turma do 4º Ano a proposta era a construção de uma árvore genealógica pelos alunos individualmente.
Fiquei surpresa quando os alunos não souberam responder o nome de alguns familiares, principalmente dos avós e bisavós.
A árvore com o nome de familiares faltando evidenciou que os alunos não conheciam e nem ao menos sabiam os nomes dos parentes.
Solicitei aos alunos que conversassem com os responsáveis, a fim de saberem o nome dos familiares que não souberam identificar na construção de sua árvore.

4/25/2010

Reflexão

Reflexão Semanal- 19 a 23/04

Essa semana meu planejamento foi dar continuidade a atividade proposta na semana anterior, os alunos que não conseguiram concluir seus auto-retratos utilizando os recursos do programa Paint, tiveram a oportunidade. Houve bastante trocas entre os alunos, todas as descobertas que os mesmos faziam partilhavam com os colegas e inclusive comigo. O que mais me surpreende é maneira como manipulam a máquina sem medos e receios.
Não repreendi em momento nenhum os alunos, mesmo ficando com medo deles "mexerem" onde pudessem deletar tudo. Fiquei somente imaginando tudo que poderia acontecer.
Descobriram diversas coisas, dentre uma delas, como aumentar e diminuir a borracha, enfim enlouqueceram...
O mais desafiador para os alunos foi utilizar os recursos do Paint à vontade, sem restrições, certamente essas descobertas foram bem mais significativas do que seu eu tivesse preparado uma apresentação de como utilizar o programa.
Os alunos comentaram em sala de aula sobre suas experiências que tiveram no ambiente informatizado, fazendo com que vários colegas professores procurassem saber o que estava acontecendo dentro do mesmo.
Percebi mais uma vez, que precisamos criar meios para que os alunos consigam sozinhos fazerem suas próprias descobertadas, que possamos apenas ser um elo de ligação.

Complemento

A história "Peixinhos" fala sobre as diferenças, o preconceito, as dificuldades que o Peixe Vermelho encontrou quando foi parar no lago onde somente existiam Peixes Verdes. Aproveitei o tema que a história traz para que os alunos percebam as diferenças existentes entre as pessoas. No momento em que cada aluno fez seu auto-retrato, através de um desenho utilizando o programa Paint, pode demonstrar a maneira como ele se enxerga e as diferenças entre ele e os demais colegas.
Os alunos trabalharam em duplas, enquanto um fazia seu desenho o outro colega assistia, podendo auxiliar o colega somente na utilização dos recursos oferecidos pelo programa, sem fazer intervenções no desenho do outro.
O wiki da turma já foi criado, mas ainda faltam colocar os auto-retratos dos alunos, os mesmos foram salvos como fotos.
O endereço do nosso wiki é:
www.aturmadomonteirolobato.pbworks.com
A sensação que pude ter a partir dessa semana é de que o ambiente informatizado é espaço de muitas trocas, interações, onde não há disputas entre quem sabe mais ou menos, a aprendizagem ocorre de uma maneira lúdica.

4/21/2010

Reflexão

Reflexão semanal- 12 a 16/04

Observei nessa primeira semana de estágio trabalhando com as nove turmas do turno da tarde, que os alunos ficaram um pouco surpresos quando falei que iríamos trabalhar com um projeto envolvendo histórias infantis dentro do ambiente, não seriam com jogos no primeiro momento e sim com produções deles. Essas produções serão registradas no Wiki "A Turma do Monteiro Lobato", onde poderão ser visualizadas por todos. Evidenciaram surpresa através de questionamentos, perguntando o que iriam fazer dentro do ambiente, que tipo de atividade seria desenvolvida.
Inicialmente trabalhamos com a história "Peixinhos" da autora Monika Papescu, esta escolhida pelos alunos através de uma pesquisa anteriormente realizada.
A história foi apresentada em slides no programa Power Point, após em duplas os alunos fizeram seus seus auto-retratos utilizando as ferramentas do programa Paint.
Percebi uma grande dificuldade dos alunos em dominar o mouse para realizar seu desenho, foi geral desde os alunos menores do 1º ano, bem como os maiores da 4ª Série.
A atividade foi bem desafiadora, observei bastante empolgação quando mostrei os recursos do programa Paint e que todos poderiam explorar a vontade, de acordo com sua criatividade.
A dificuldade maior que tive foi a questão do tempo com relação as turmas maiores, que precisam ser divididas em dois grandes grupos.
Atualmente o ambiente conta com 11 micros, os encontros com alunos são semanais e tem duração de 60 minutos.
Para que todos os alunos consigam realizarem seus desenhos, vamos utilizar também a aula da próxima semana.

Oficina com a escritora Monika Papescu



A escritora Monika Papescu visitou rescentemente a nossa escola, nesse dia realizou uma oficina com os alunos, mostrando através de ilustrações a maneira como cria suas histórias e suas técnicas que utiliza para confeccionar suas obras.

4/19/2010

Projeto a ser desenvolvido no Ambiente Informatizado

Será realizado no Ambiente Informatizado um projeto onde vamos trabalhar com a valorização da auto-estima dos alunos, tendo em vista a questão da diversidade.
Vamos construir um Wiki, onde os alunos irão registrar suas produções.
Esse projeto atenderá alunos de 1º Ano a 4ª Série, para cada ano ou série os conteúdos e objetivos serões de acordo com o nível dos alunos.
Serão utilizadas histórias infantis como apoio para desenvolver o tema.
Iniciaremos nosso trabalho com a história escolhida pelos alunos chamada “Peixinhos” da autora Monika Papescu, onde retrata a questão das diferenças.
Como pude observar e questionar os alunos sobre as diferenças, a questão de rir do colega, dos apelidos, da agressividade em se relacionar com os outros, surgiu o projeto que pretende trabalhar com essa questão.

4/08/2010

Minha Escola de Estágio


Escola Municipal de Ensino Fundamental Monteiro Lobato

Escola Municipal de Ensino Fundamental de 1º Ano a 4ª Série Monteiro Lobato, localizada na travessa Treze de Maio s/nº, Vila Americana, Alvorada.
Telefone para contato: (051) 34837168.
Possibilidade de transporte: Ônibus linha Americana da empresa Soul.
Mapa virtual: Tendo como referência a Avenida Getúlio Vargas.
Características da escola: Escola de porte médio, com os turnos manhã e tarde de funcionamento, no horário das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas.
Tipo de População que atende: Atende a uma população carente, com 530 alunos (na faixa etária entre 6 e 15 anos).
Professores e funcionários da escola: Possui 24 professores, 1 secretária, 1 vigia, 2 serventes, 4 merendeiras, 2 vices-diretora e uma diretora.
Estrutura Física: Como espaços possui um laboratório de informática, laboratório de aprendizagem, biblioteca, brinquedoteca,vídeteca, cozinha, secretaria, sala dos professores, mini quadra esportiva, refeitório e mini pracinha.
Na parte física possui três pavilhões de alvenaria, dois deles comportam as salas de aulas, brinquedoteca, sala dos professores e banheiros, no outro pavilhão com dois pisos ficam a secretária, o refeitório, a cozinha, o banheiro dos funcionários, a biblioteca, vídeoteca, o laboratório de informática, o laboratório de aprendizagem e um pequeno saguão.
Na escola existe um laboratório de informática com 11 micros, onde a conexão da internet é via banda larga.
Recursos: Quanto aos recursos existentes na escola tem Datashow, Notebook, mimeógrafo, televisor, aparelho de dvd, rádios, retroprojetor e copiadora (xerox).
Funcionalidade do laboratório de informatica: Os alunos têm acesso ao ambiente uma vez por semana com duração de 60 minutos cada turma, o trabalho do mesmo acontece mediante um planejamento da professora titular da turma com o coordenador do laboratório.
Caracteristicas da Direção: A direção da escola trabalha em parceria com toda a comunidade escolar (pais, alunos, funcionários e professores) em busca de uma proposta de qualificação, tendo em vista novas inovações no ambiente escolar.
Reniões Pedagógicas: Uma vez a cada 15 dias são realizadas reuniões pedagógicas determinadas pela SMED.
Sistema de Avaliação: A escola possui um sistema de avaliação através de parecer descritivo por trimestre.
Supervisão de estágio: Temos como supervisora de estagio a vice-diretora professora Luciane, formada em pedagogia.

3/23/2010

A Viagem Pead

A Viagem Pead
Em agosto de 2006 embarcamos em uma viagem muito louca chamada PEAD para uma Ilha Desconhecida, onde a única certeza era que a chegada aconteceria no final de2010.
Todos felizes por ingressar em uma universidade, uns em busca de qualificação profissional, outros realizando um sonho.
Estávamos indo a uma direção totalmente desconhecida guiada pelas Professoras Bea e Íris, no qual apostaram tudo nessa turma que embarcava.
No início aconteceram muitas tempestades, tripulação assustada e perdida.
Ao longo da nossa viagem fomos observados por muitas pessoas, gente que não apostava nada em nossa capacidade, outros acreditavam com receio, assim como havia apenas os curiosos. E lá estavam firmes e fortes nossas guias, que comemoravam a cada vitória do grupo, também aconselhavam e davam broncas quando a embarcação se perdia ou tentava desviar o trajeto.
Tivemos tripulantes que decidiram abandonar a embarcação, assim como outros que resolveram embarcar mesmo com a viagem em andamento.
Cada início e término de semestre foram muito comemorados, onde junto levamos nossos familiares que querendo ou não se envolvem também nessa viagem.
Como grupo de apoio à embarcação tinha as tutoras que estavam ali auxiliando as 24horas. Participaram dessa viagem uma equipe de pessoas especiais como Pro Luciane Real, Marilene Paré, Vera Corazza, Marias...Zecas...
Nessa viagem tinha algo muito especial chamado união, todavia a embarcação era à distância, mas distância foi o que houve, sempre que um tripulante precisou de socorro gritava na famosa lista do Pead. Onde estamos sempre ali uns prontos para auxiliar os outros.
Lembro bem no início da viagem em meio a tantas tempestades onde grande parte da tripulação (inclusive eu) não tinha e-mails, nunca ouviram falar em blog, muito menos que wiki existia.
Nossos amigos perguntavam sobre nossa viagem, falávamos que era tudo muito diferente, uns ficavam impressionados, outros riam.
Pois é, ao longo de nossa viagem aprendemos muitas coisas, inclusive conseguimos fazer revoluções dentro de nossas escolas adquirindo novos parceiros e um bocado de inimigos.
Fizemos por diversas vezes nossos alunos de cobaias de nossos experimentos, no qual todos sobreviveram.
Agora nossas guias falam que já estão avistando a praia mesmo que ainda de longe.
Entramos profundamente em alto mar, agora estamos na fase estágio, que sem dúvidas será tão importante como as demais, mesmo sentindo que a praia está mais próxima precisamos trabalhar incansavelmente.
Percebo que a satisfação das guias é enorme e contagiante, mesmo sabendo que ainda resta talvez uma das partes mais difíceis da viagem.
Com alegria seguimos nossa fascinante viagem por mais um semestre.

12/13/2009

Análise do blog

Como foi uma tarefa difícil analisar o blog de uma colega de outro Pólo.
Difícil avaliar os registros realizados por ela, pois não a conheço.
Escolhi o blog da Cristiane do Pólo de Três Cachoeiras, por ela ter o mesmo nome que eu e por o Pólo ser o mais distante.
Lá encontrei registros com reflexões sobre as leituras e atividades realizadas durante o semestre, também pude observar que há uma comunicação entre a tutora e a aluna, através dos comentários.

11/17/2009

Recursos Visuais da história "Menina Bonita do Laço de Fita"





Recursos visuais utilizados no Plano de Aula da Interdisciplina de Linguagem, para contar a história "Menina Bonita do Laço de Fita"
· Tendo em vista a questão da diversidade, houve a necessidade de trabalhar com a turma esse tema em virtude do dia da consciência negra, aproveitando o momento também vamos trabalhar a literatura infantil, de uma forma bem lúdica.
Segundo o texto: “As histórias, sob a ótica das crianças”, ao ouvir histórias, a criança cria hipóteses sobre como se sentiria se estivesse frente aos mesmos dilemas e situações do personagem. (Gurgel, 2009)
Segundo o texto: “Não há como alfabetizar sem método?”, o letramento escolar, com a exploração das habilidades de leitura, escrita e oralidade, leva a produção de uma didática amparada em diferentes portadores de gêneros textuais. (Trindade, s.d)

11/11/2009

Temas Geradores

A importância do uso de temas geradores na prática pedagógica.

“Para o educador-educando, dialógico, problematizador, o conteúdo programático da educação não é uma doação ou imposição- um conjunto de informes a ser depositado nos educandos- mas a devolução organizada, sistematizada e acrescentada ao povo daqueles que este lhe entregou de forma desestruturada”. Malraux, 1967, p.531
Através da dialogicidade que vamos conhecer os anseios, dúvidas de nossos alunos, problematizando situações desafiadoras causando assim a ação-reflexão-ação.
Daí surgem os conteúdos programáticos , onde os conhecimentos dos alunos devem ser respeitados, isto é, sua “bagagem”, sendo esses os conhecimentos prévios de cada um, o educador não vai trabalhar com aquilo que ele acredita ser importante ao educando, mas de acordo com as vivencias dos mesmos. Tendo em vista que o mais importante de tudo é conhecer o aluno.
Sendo que para Paulo Freire o que é preciso ser levado em conta é a realidade dos alunos, por isso da necessidade de trabalhar com temas geradores, onde os assuntos partem dos interesses dos educando.

10/28/2009

Trabalhando com Projetos de Aprendizagem

Trabalhando com Projetos de Aprendizagem
Existem diversos aspectos positivos e desafiadores do trabalho por projetos, já que os mesmos possibilitam que a aprendizagem seja significativa ao aluno, partindo de seus interesses, levando em conta seus conhecimentos prévios e hipóteses de acordo com a realidade de cada um.
A valorização dos conhecimentos que os alunos trazem para dentro da sala de aula, serve de base para estabelecer novas aprendizagens e relações. Essa busca de novas informações favorece a autonomia dos alunos.
A função do professor é de mediador, problematizando os projetos com novos desafios, deixando de ser o único um transmissor de conhecimentos.
Ele procura orientar o grupo para que este na perca de vista seu tema gerador.

Plano de Aula

Plano de Aula
Na Interdisciplina de Linguagem estamos com a proposta de planejamento, como estamos trabalhando com a questão da diversidade cultural em nossa escola, decidi fazer meu planejamento sobre esse tema.
Tendo como objetivos:
- Sensibilizar para a importância da temática étnico-racial, oportunizando discussões sobre o reconhecimento e valorização das diversidades culturais;
- Fortalecer a convivência com as diferenças respeitando as diversidades culturais.
· Tendo em vista a questão da diversidade, acredito que trabalhar com o lúdico facilita a compreensão da criança, desenvolvendo o respeito e a valorização das diferenças raciais e culturais. Possibilitando aos alunos que viagem na imaginação fazendo parte da história.
Fiz um roteiro das atividades que vou aplicar em uma turma de 2ºano do Ensino Fundamental.
1) Leitura: Livro de história “Menina Bonita do Laço de Fita” da autora Ana Maria Machado.
A história será narrada através de fantoches.

2) Produção textual: Texto de produção coletiva através de cartazes.
Os alunos irão fazer uma releitura da história com desenhos de sua própria autoria.

3) Jogo: Bingo de palavras.
As palavras do jogo fazem parte da história.

4) Sistematização: Atividades envolvendo as letras que faltam nas palavras.
Atividades envolvendo a hipótese de escrita dos alunos.
Esse é planejamento inicial, a cada acontecimento farei meus registros aqui no blog.

10/15/2009

Situação Desafiadora



O trabalho que realizamos na Interdisciplina de Libras foi muito interessante e ao mesmo tempo desafiadora.
A atividade era traduzir um pequeno vídeo que envolvia um diálogo entre três pessoas conversando através da língua dos sinais.
A experiência foi boa, mas tivemos bastante dificuldade em conseguir interpretar alguns sinais.
Iniciamos congelando cada sinal, buscamos o significado em dicionários indicados pela professora e também em outros dicionários na internet.
Tive durante a realização desta atividade um sentimento de ansiedade, impotência e medo do desconhecido, pois nunca havia passado por uma situação tão desafiadora como essa. Ao mesmo tempo comecei a me colocar no lugar das pessoas com deficiência auditiva, como vivemos em um mundo completamente sonoro, para eles deve ser muito complicado se deparar com algumas situações, pois são poucas as pessoas que dominam a língua dos sinais.

Filme "Seu nome é Jonas"

Filme "Seu nome é Jonas".
Jonas sofria diversos preconceitos devido a sua surdez, até mesmo por que naquela época, todas as pessoas surdas eram consideradas doentes mentais, incapazes de sentir e de pensar.
A escola foi a pior vivência que o menino teve, precisava demonstrar um bom comportamento, para não sofrer punições.
A cena do filme em que mostra os alunos surdos pronunciando palavras, sem mesmo entendê-las, e não tendo nenhum sentido, demonstra todo o preconceito que a escola tinha com relação ao uso dos sinais.
Acredito que se essa história acontecesse nos dias de hoje, devido às informações e estudos sobre a deficiência auditiva, a criança não seria tratada pelos médicos como um doente mental e nem mesmo ficaria hospitalizada por esse motivo.
Da mesma forma que a família de Jonas ficou desestruturada, também aconteceria com outra família, sendo que necessitaria se adaptar com a condição do filho, precisaria aprender ou até mesmo se alfabetizar na língua dos sinais, criando estratégias para que todos se entendessem e mantivessem um bom relacionamento.
O filme “Seu nome é Jonas” retrata a realidade de uma pessoa surda aproximadamente na década de 1970, mas mesmo nos dias de hoje as pessoas com deficiência auditiva ainda sofrem discriminação, enfrentam dificuldades em se comunicar, pois são poucas pessoas que possuem conhecimento da língua de sinais, embora já temos diversos recursos tecnológicos, também tendo essas pessoas colocação no mercado de trabalho.

9/29/2009

Alfabetização e a Pedagogia do Empowerment

Alfabetização e a Pedagogia do Empowerment

Empowerment pode ser definido como "Um processo de reconhecimento, criação e utilização de recursos e de instrumentos pelos indivíduos, grupos e comunidades, em si mesmos e no meio envolvente, que se traduz num acréscimo de poder – psicológico, sócio-cultural, político e econômico – que permite a estes sujeitos aumentar a eficácia do exercício da sua cidadania." (Pinto, 2001, p.247)
“Para se lutar por uma alfabetização crítica como precondição par o engajamento no trabalho pedagógico radical e na ação social, é preciso redefinir a natureza do trabalho dos professores como intelectuais transformadores” Segundo Stanley Aronowitz e Heny Giroux.
A alfabetização política cultural exige repensar o currículo compreendendo-o como um instrumento que representa um conjunto de interesses que devem ser postos, examinados e debatidos criticamente e que permita que as diversas vozes escolares sejam ouvidas, confirmando e legitimando as experiências que dão sentido às próprias vidas, tendo em vista que a bagagem cultural dos alunos é de suma importância para essa construção.

Letramento Social X Letramento Escolar

Letramento Social X Letramento Escolar

Segundo o texto de Ângela B. Kleiman a palavra “letramento” não está ainda dicionarizada, sendo que ainda não foi encontrado um conceito definido para a mesma. Porém letrado significa ter desenvolvido e usar uma capacidade metalingüística em relação à própria linguagem.
A autora também fala que a escola é a maior agência de letramento, porém tem apenas a preocupação de ter um modelo de educação.
Quando uma criança ingressa em sua vida escolar, normalmente é ignorada pela escola, sua bagagem cultural, seus conhecimentos e saberes não são levados em conta.
Como fala o texto, o letrameto social não é levado em consideração, à leitura de mundo que a criança possui não é considerada, é tratada como uma tabula rasa, como se não tivesse nenhum conhecimento.
A alfabetização é considerada apenas como a decodificação de símbolos, onde os códigos precisam ser associados para formarem palavras, frases e textos. Muitas vezes essas decodificações não tem nenhum sentido para os alunos, não vem de encontro com a sua realidade.
Devido a isso, encontramos cada vez mais crianças que não gostam de ler e quando lêem não fazem nenhum entendimento da leitura realizada.
Como professora procuro fazer relações entre os códigos e símbolos que podem representa-los. As crianças têm contatos com o mundo de “letras” que existem nas ruas em seu cotidiano, procuro sempre contemplar esses conhecimentos.
Criamos coletivamente um alfabeto, onde as figuras que representam as letras são rótulos, embalagens de consumo dos alunos, propagandas e encartes de jornais e revistas.
Temos também em sala de aula um alfabeto móbile, onde cada objeto conhecido e selecionado pelos alunos, faz relação com a letra inicial.
Percebo que nessas pequenas ações fazem com que o conhecimento prévio dos alunos seja levado em consideração, facilitando e despertando o interesse dos mesmos.

9/17/2009

O PEAD me deu asas para poder sonhar mais alto.



O PEAD me deu asas para poder sonhar mais alto.


Este ano decidi mudar radicalmente dentro da minha escola, fui trabalhar no ambiente informatizado, onde atendo todas as turmas da escola.
Meu trabalho é em parceria com as professoras titulares de cada turma, procurando contemplar os conteúdos e objetivos propostos às turmas, de uma maneira diferenciada e mais lúdica.
Após ter iniciado o PEAD comecei a despertar o interesse em trabalhar no AI da escola, mas ainda faltava coragem, no final do ano passado, tomei uma decisão, iniciaria o ano de 2009 trabalhando no ambiente.
O trabalho no AI está sendo ótimo, apesar de ter alguns obstáculos com relação a alguns colegas, que são mais resistentes a mudanças.
Estamos caminhando com passinhos de tartaruga, para conseguirmos fazer mudanças na concepção de alguns professores, que pensam que o AI é um ambiente de reforço de conteúdos.
Nossa proposta é trabalhar em parceria com os professores, propor aos alunos novos desafios utilizando as tecnologias que são disponíveis no ambiente.
Os alunos participam ativamente das atividades propostas no AI.
Nossa próxima meta é trabalhar com os Blogs em todas as turmas desde o 1º ano até a 4ª série.

Comênio x Dias atuais.




Comênio x Dias atuais.



Há muitos anos atrás existiu Comênio, um mestre que não se contentava em ensinar aos alunos de uma maneira repetitiva, fazia com que suas aulas fossem atrativas e prazerosas. Utilizava-se da música, isto é, de recursos lúdicos para despertar o interesse dos alunos.
Imaginamos Comênio nos tempos atuais onde a tecnologia conspira a nosso favor, como seriam suas aulas, suas atividades propostas.
Naquele tempo bem primitivo em relação aos novos tempos ele fazia a diferença.
Ainda encontramos muitos professores que vivem os tempos de Comênio, mas como seus colegas, que faziam sempre da mesma maneira, sem nenhuma inovação em suas aulas, criticando aqueles que estão dispostos a novas idéias e desafios.
Precisamos inovar, criar desafios aos nossos alunos, buscando cada vez mais o auxílio das tecnologias.
Não dá para ficar parado, usando quadro e giz, com os alunos sentados, um atrás do outro, fingindo não estar acontecendo nada.
Estamos vivenciando uma era tecnológica, onde basta um clicar que temos diversas informações sobre um determinado assunto.
A final não são as respostas que movem o mundo, mas sim as perguntas.

9/03/2009

Liberdade de Expressão

Oportunizar o aluno para que possa expressar-se livremente em sala de aula através das atividades propostas é indispensável para a construção de sua autonomia e criatividade.
É através de simples atividades que o aluno transpõe sua imaginação para um mundo de sonhos, onde tudo é possível.
O texto " O menininho " de Helen Buckley, mostra a realidade de uma criança que era submissa a fazer tudo do jeito da professora para agradá-la, mesmo gostando mais do seu jeito, deixava de expor sua criatividade por medo.
Nessa história a professora subestima a capacidade dos alunos, tornando os mesmos meros robôs repetindo exatamente o que diz ser o correto. A espontâneidade dos alunos em momento nenhum é aceita, não existe valorização da autonomia dos alunos.
Infelizmente nos deparamos com colegas professores que ainda pensam e agem dessa forma com seus alunos, onde dentro da sala de aula, prevalece a sua palavra autoritária, os alunos são sujeitados a reproduzir tudo mecânicamente, sem poder fazer questionamentos.
Me reporto aqui as palavras do Professor Helvécio onde dizia ontem na aula presencial, que ninguém passa pela a escola sem ficar com marcas, nem que seja marcas de robotização. Que é na escola que formamos cidadãos críticos ou robôs humanos.

VII SEMESTRE

Mais um semestre deixamos para trás, agora já estamos cursando o sétimo.
As disciplinas que vamos cursar nesse semestre serão:
Didática, Planejamento e Avaliação,
Educação de Jovens e Adultos no Brasil,
Linguagem Brasileira de Sinais- Libras,
Linguagem e Educação e
Seminário Integrador

6/14/2009

Deficiência Mental

Lendo sobre o assunto gostei de uma parte de um artigo onde diz:
"A deficiência intelectual ou mental é conhecida por problemas com origem no cérebro e que causam baixa produção de conhecimento, dificuldade de aprendizagem e um baixo nível intelectual. Entre as causas mais comuns deste transtorno estão os fatores de ordem genética, as complicações ocorridas ao longo da gestação ou durante o parto e as pós-natais. O grande enigma que se coloca diante dos pesquisadores é como detectar ainda na vida dentro do útero estas características.
Embora seja possível identificar a maior parte dos casos de deficiência mental na infância, infelizmente este distúrbio só é percebido em muitas crianças quando elas começam a freqüentar a escola. Isso acontece porque esta patologia é encontrada em vários graus, desde os mais leves, passando pelos moderados, até os mais graves. Nos casos mais sutis, os testes de inteligência direcionados para os pequenos não são nada confiáveis, torna-se então difícil detectar esse problema. Nos centros educacionais as exigências intelectuais aumentam e aí a deficiência mental torna-se mais explícita." Texto de Ana Lucia Santana
http://www.indianopolis.com.br/si/site/1112

6/07/2009

Sobre as siglas PCD,PPD e PNE.


Atualmente são utilizadas diversas siglas para definir pessoas com deficiência.
PPD (Pessoa Portadora de Deficiência) - Essa sigla é utilizada em toda a legislação brasileira quando se fala de pessoas com deficiência mas está desatualizada, conforme a convenção da ONU dos Direitos das Pessoas com Deficiência confirmada no Brasil no ano passado. agora deve ser substituída por PCD.
PCD (Pessoa com Deficiência) - É usada para se referir às pessoas que possuem deficiência física, auditiva, visual, intelectual ou múltipla (duas ou mais deficiências).
PNE (Pessoa com Necessidades Especiais) - Se refere a um grupo que inclui idosos, gestantes obesos, pessoas com deficiência e toda pessoa com uma necessidade especial (dificuldade de aprendizado, por exemplo).

Autismo

Pesquisando sobre o autismo descobri algumas coisas interessantes que eu não sabia.
O autismo é um transtorno mental que afeta a comunicação e o comportamento humano. O termo autismo refere-se ao significado: ausente ou perdido.
O menino autista é incapaz de utilizar-se da linguagem para processar a informação que recebe do meio ambiente. Aproximadamente a metade dos meninos que sofrem de autismo é muda e, a outra metade (aqueles que falam), geralmente é capaz apenas de reproduzir mecanicamente aquilo que escuta.
Algumas características do autismo são: padrão desigual de desenvolvimento, a fascinação do autista por objetos mecânicos, respostas repetitivas aos estímulos recebidos pelo meio e resistência a qualquer mudança que venha do meio ambiente. Sabe-se também, que alguns meninos autistas apresentam habilidades notórias como a destreza matemática.
A causa, o diagnóstico e o tratamento do autismo ainda estão sendo estudados. As pesquisas sugerem que a causa deste transtorno seja uma possível falha genética que pode estar constituída em alguma forma de doença auto-imune ou enfermidade degenerativa das células do sistema nervoso.
Faz parte do tratamento recomendado para portadores de autismo o recebimento de educação especial, com aprendizagem intensa e gradual, acompanhada de um controle intenso do comportamento da criança.

5/22/2009

Filme Vista Minha Pele

Vista minha pele




Nesta história invertida, os negros são a classe dominante e os brancos foram escravizados. Os países pobres são Alemanha e Inglaterra, enquanto os países ricos são, por exemplo, África do Sul e Moçambique. Maria é uma menina branca, pobre, que estuda num colégio particular graças à bolsa-de-estudo que tem pelo fatode sua mãe ser faxineira nesta escola. A maioria de seus colegas a hostilizam, por sua cor e por sua condição social, com exceção de sua amiga Luana, filha de um diplomata que, por ter morado em países pobres, possui uma visão mais abrangente da realidade.

O vídeo pode ser usado na discussão sobre discriminação no Brasil. É um instrumento atraente, com linguagem ágil e atores conhecidos do público alvo - adolescentes na faixa de 12 a 16 anos. Vem acompanhado de uma apostila de orientação ao professor para sua utilização em sala de aula, elaborada por educadores e psicólogos comprometidos com as questões de gênero e raça.

Esse filme foi criado MEC a fim de abordar a questão do preconceito racial.

5/19/2009

Aula presencial

Método Clínico/ Aula Presencial



A aula presencial de Psicologia sobre o método clínico nós levou a reflexão para entendermos um pouco o que ocorre no pensamento da criança de acordo com o seu nível de desenvolvimento(estádio) em que a criança encontra-se. A capacidade de seu entendimento, de percepções e suas certezas.

5/13/2009

O clube do imperador





O filme "Clube do Imperador" retratou o dilema de um professor que acreditou no potencial de um aluno culto, porém rebelde, debochado, teimoso, mas com tudo isto tentou modelar o caráter deste, falhando. Para a constatação deste docente, Bell, foi uma decepção, mas, através dos outros alunos pode constatar seu erro e mais: "Mas o valor de uma vida não é determinada por um único fracasso ou um sucesso solitário... ", pois os outros alunos o ensinaram quando mostraram a gratidão pela educação recebida, o reconhecimento quando leram a placa em homenagem ao professor.
A questão principal é de que maneira podemos na relação entre professor/aluno de maneira ética, pautada em valores sólidos, visto que o mundo nos mostra "até que ponto vale a pena", pois a educação de base, a educação familiar vem de berço e o acompanha, e é bastante difícil de modelar, é possível modificar, caso seja necessário, mas em se tratando de um colégio tradicionalista e dispendioso, onde o Diretor é comunicado que o aluno está burlando as normas, no caso "colando", e por ser filho do Senador esta falha "não deve" ser reparada imediatamente, mostrando a impunidade em relação aos "poderosos".

4/27/2009

O dilema do antropólogo francês

O dilema do antropólogo francês

Claude Lee, antropólogo francês, acaba de chegar numa ilha de um arquipélago na Polinésia. Sua missão é pesquisar os hábitos dos nativos que lá habitam. Os costumes dos nativos são bastante diferentes dos costumes dos franceses, mas ele tem o cuidado de não julgar o modo como estes nativos vivem, porque tal avaliação sempre seria parcial. Como poderíamos abstrair sinceramente a concepção de mundo que herdamos da nossa cultura e avaliar imparcialmente todas as culturas?
O antropólogo tem ainda outro argumento: qual seria a medida pela qual julgaríamos as culturas? Existem quesitos transculturais que nos permitem avaliar toda e qualquer cultura? A reposta do antropólogo é não: toda avaliação está condicionada pela cultura do avaliador.
Assim, Claude decidiu jamais interferir no modo de vida dos habitantes do arquipélago. Estes, contudo, possuem uma crença que testa a determinação do antropólogo: os nativos acreditam que os mensageiros dos deuses são homens de pele branca, seres que expressam a vontade absoluta dos deuses – tudo o que disserem deverá ser obedecido. O teste ocorre na pergunta que eles lhe fazem: “você tem a pele branca, então você é um mensageiros dos deuses, ou as nossas crenças estão erradas?”
O antropólogo, fiel aos seus princípios, mente: “sim, eu sou o mensageiro dos deuses”. Mas então surge uma pergunta ainda mais difícil: “todos os homens brancos são mensageiros dos deuses, ou as nossas crenças estão erradas?”
Claude reflete: se responder positivamente estará deixando os nativos vulneráveis aos seus conterrâneos inescrupulosos que fatalmente descobrirão a ilha. Mesmo assim, responde de acordo com a cultura dos nativos: “sim, todos os homens brancos são mensageiros dos deuses”.

Análise sobre o "O dilema do antropólogo francês"

Acredito que o antropólogo está fazendo o papel de pesquisador, sendo assim como observador ele não deve e nem pode interferir, pois se deixasse prevalecer seu posicionamento pessoal, perderia a neutralidade necessária ao pesquisador para um resultado imparcial.
O antropólogo não está fazendo juízo de valores, concepção de mentira ou verdade tem haver com a cultura, com a crença, pois o que para muitos é extremamente verdadeiro, para outros povos, nada disso passa de uma ilusão, uma mentira.
Em nenhum momento a cultura do antropólogo vai contra a cultura local, mesmo ele sendo um elemento estranho a tal civilização, acabou não criando nenhum julgamento cultural sobre a mesma.

4/21/2009

Mosaico Étnico-Racial


Os alunos da turma do 1°ano confeccionaram um painel com um mosaico étnico-racial, com fotografias de seus familiares, resgatando suas origens. E um outro apenas com gravuras de revistas para que esse fosse fotografado e anexado ao meu trabalho na interdisciplina de Étnico-Raciais.
Essa experiência foi muito válida, observei grande integração da turma na busca em descobrir suas origens antepassadas.
Inclusive criamos uma árvore genealógica da turma com suas origens raciais.
As crianças fizeram pesquisas com avós e bisavós sobre alguns costumes e comidas típicas de suas origens.
Foi feita na escola uma exposição com o painel chamado "Minhas Origens", onde os alunos explicaram como realizaram o trabalho.
A partir da criação do painel os alunos conseguiram visualizar suas características físicas, suas semelhanças com os seus familiares e suas raízes.

4/03/2009

Deficiência física não é sinônimo de incapacidade.

Quinta-feira à tarde (02/04) foi realizado um passeio com os alunos da escola ao SESI- Rubem Berta, neste local os mesmos puderam usufruir dos brinquedos infláveis e também assistir a apresentação de um palhaço.
Este ano em nossa escola temos um aluno no 1º Ano com deficiência física na região das pernas, ele nasceu com essa deficiência devido a problemas que a sua mãe teve durante a gestação.
O menino se locomove com bastante dificuldade em pequenos ambientes. Tendo em vista que ele já realizou diversas cirurgias, também faz uso de fraldas, pois tem problemas de incontinência.
Para percorrer uma determinada distância utiliza uma cadeira de rodas.
Ele quis participar do passeio, foi incrível, brincou em todos os brinquedos, apesar de suas limitações, subia as escadas do tobogã e descia escorregando normalmente.
Sentiu-se realizado no momento em que o monitor da cama elástica deixou ele brincar sozinho, ele pulava de barriga, de lado e de costas.
Realmente a cada vez que subia e participava de um brinquedo diferente ficava super feliz, sorrindo o tempo todo.
Esse aluno mostrou mais uma vez que deficiência física não é sinônimo de incapacidade e de infelicidade.
Incapaz foi o pai do menino que quando soube do problema do filho abandonou a mãe e ele recém nascido.

Projeto de Aprendizagem

Após a aula presencial ficou claro para mim o que é um projeto de aprendizagem.
Antes tinha dúvidas se realmente estava percorrendo o caminho certo. Era tudo muito confuso, principalmente por ser a distância.
Também senti que é bastante complicado avaliar um projeto, pois quem está de fora às vezes não tem noção do que realmente as pessoas estão querendo nos dizer. Sendo que podemos fazer críticas no sentido de acrescentar e não de julgar. Pois para quem está desenvolvendo o projeto parece que tudo é muito óbvio, deixando de lado coisas bem interessantes que poderiam ser mais exploradas, somente conseguimos perceber isso quando estamos no lugar de leitor.

3/29/2009

VI - Semestre

Nesse semestre serão abordadas as interdisciplinas de:

  • Desenvolvimento e aprendizagem sob o enfoque da Psicologia II.
  • Educação de pessoas com necessidades educacionais especiais.
  • Filosofia da educação.
  • Questões étnico-raciais na educação: Sociologia e História.
  • Seminário Integrador VI.

11/30/2008

Racismo.

Depois que a lei 10.639/2003 foi criada, possibilitou mais ao professor trabalhar em sala de aula a questão do racismo.
Antes éramos intimidados a trabalhar esse tema. Pois qualquer fala sobre o racismo era motivo de processo judicial.
O assunto era pouco divulgado, apenas trabalhávamos com as diversidades culturais.
Agora podemos trabalhar a questão da cor, da pele, da raça, da cultura negra e da importância que ela tem.
Temos vários livros que tratam a questão do racismo, bem como escritores levantando o tema, para que seja trabalhado o racismo no ambiente escolar.
Realizando o Projeto sobre o racismo pude observar que ainda vivemos em um país racista, porém é velado, onde o negro ainda sofre preconceito racial, tem menos oportunidades do que o branco. Onde o racismo prevalece na sociedade, como parte de uma cultura.

11/16/2008

Gestão Democrática na Escola.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) que garante, entre outros, a gestão democrática na escola, a educação brasileira conquista o direito de, efetivamente, refletir a necessidade e a importância da participação consciente dos diretores, pais, alunos, professores e funcionários com relação às decisões a serem tomadas no cotidiano escolar, na busca de um compromisso coletivo com resultados educacionais mais significativos.Esta educação cuja meta é valorizar o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária, agregada ao fato de fortalecer cada vez mais a democracia no processo pedagógico, encontra no projeto de Gestão Democrática da Escola, uma oportunidade real de transformar a escola em um espaço público onde diversas pessoas têm a possibilidade de articular suas idéias, estabelecer diálogo e considerar diferentes pontos de vista.
A escola de um modo geral, já conseguiu um grande avanço com a eleição de diretores e do conselho escolar.
Em uma das escolas em que trabalho há uma grande participação da comunidade escolar, através de reuniões, conselhos de classe, palestras e outros eventos.

10/26/2008

Estresse no Trabalho Docente.

Pesquisando sobre o estresse para realizar o trabalho sobre projetos de aprendizagem em psicologia, achei interessante o material baseado no texto: " O professor e o estresse de Raymundo de Lima".
Magistério- "Paixão e Morte"- O estresse no trabalho docente.
Provavelmente falar em morte seja exagerado, mas quero enfatizar os perniciosos efeitos do estresse a saúde, assim, resolvi utilizar uma palavra que atraia sua atenção para o texto. Em principio, o estresse do professor, no Brasil, parece estar relacionado ao salário não-digno, à precariedade das condições de trabalho, ao alto volume de atribuições burocráticas, ao elevado número de turmas assumidas e de alunos por sala, ao mau comportamento desses alunos. O professor sofre, ainda, com as pressões de tempo, pressões dos pais dos alunos e de suas preocupações pessoais extra-escola. O magistério é uma atividade que facilmente reproduz viciados em trabalho. É comum desenvolver-se compulsão de trabalhar demais e sem limites de hora e espaço. Senão, vejamos algumas situações e sentimentos clássicos no trabalho docente: levar trabalho para casa, não conseguir falar de outro assunto em situações de intervalo ou fora do ambiente de trabalho, sentir-se mal pela possível retenção de um aluno, buscar meios de atender aos alunos individualmente, elaborar provas extras para os alunos com dificuldades e assim por diante. Parece que o trabalho é interminável. Apesar de tudo, trata-se de uma atividade ocupacional altamente apaixonante. E, como toda paixão (gr. Pathos = sofrimento, patologia), por vezes pode levar o sujeito a perder o senso de cálculo racional e ético para regular essa paixão. Pior, perde-se a noção de profissionalismo, sujeitando-se a trabalhos extras não remunerados acreditando que sejam parte de sua função como docente. É claro que neste ponto, às vezes, o que influencia é o medo de perder o emprego, outro fator de estresse. A essa altura você deve estar perguntando: e a morte? Onde ela entra nessa história? Para responder a essa pergunta é bom ressaltar que o estresse em si mesmo não é um mal, ou uma doença, patologia. “É uma condição adaptativa do organismo e do psiquismo humano funcionando à sua maneira” , como observou, pela primeira vez, Hans Selye. Mas o estresse pode ser a ante-sala de possíveis doenças, ou melhor, de doenças psicossomáticas, como conseqüência de um modo errado de viver. Agora, se o estresse for levado de forma displicente ou alienada, por longo tempo, pode provocar reações crônicas, como as doenças coronarianas (infarto) e transtornos mentais. Quando ocorre a ruptura total dos limites, o esgotamento e o desgaste, temos uma reação do estresse crônico denominada pelos pesquisadores de “burnot” que exige a urgente necessidade de intervenção terapêutica de profissional da saúde.Paradoxalmente quando o estresse é mantido e reforçado por pressão ambiental; o indivíduo, ao invés de procurar situações antiestresse, tende a fazer o contrário, ou seja, termina por aumentar ainda mais o seu grau de estresse, geralmente trabalhando mais ainda, tomando café em excesso, alimentando-se mal e não conseguindo ter hábitos saudáveis de existência – atividade física, boa alimentação, lazer –. Parece pesado pensar em morte por estresse, ou paixão pelo trabalho, mas reflita um pouco sobre seu dia-a-dia e veja se você não se encaixa, parcial ou integralmente nas situações descritas no texto. Pense se você nunca sentiu vontade de sair de determinada classe dizendo aqui eu não volto mais, ou, antes de sair de sua casa você não rezou para que Deus lhe desse paciência e equilíbrio para “enfrentar” determinada classe. Ao final do ano letivo essa situação de estresse se aflora e acreditamos que o primeiro passo para não “estourar” é tomar consciência do problema e o segundo é tentar mudar seus hábitos de vida, buscando nas atividades físicas, numa boa alimentação, e na forma de lazer que mais lhe agrada escapar dessa “paixão mortal” e buscar o equilíbrio profissional necessário.

10/19/2008

A morte devagar.







A morte devagar.





Martha Medeiros.



Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.
Morre lentamente quem vive escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informações e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente aos que resgatam brilhos nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é uma doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muitos destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar.

10/06/2008

Aprendizagem na vida adulta

A educaçâo é um processo que se dá no mundo de convivência, mas ao mesmo tempo, é um processo que se dá no interior do indíviduo. A história de educação de um sujeito faz parte de sua constituição, já que ele é o resultado de suas permanentes tranformações nas trocas com o seu meio.
Segundo Maturana o "educador precisa colocar-se no lugar do educando, tentando compreeder suas dúvidas a fim de lhe dar as respostas de que está necessitando e que está preparado para ouvir".

9/04/2008

Participação da comunidade na gestão democrática e na patrimonialista.

Na educação onde envolve a gestão democrática, a comunidade escolar participa das decisões, levando em conta seu cotidiano, contexto social, em assuntos que dizem respeito às dimensões administrativas, financeiras e pedagógicas da unidade escolar. Tendo em vista a tomada de decisões coletivas promovendo um ensino de qualidade.
Na gestão patrimonialista , o gestor é quem decide sozinho a tomada de decisões, de acordo com a realidade que ele pensa ser a ideal, aqui não há participação da comunidade escolar nas decisões (democracia), pelo contrário é a comunidade que deve se adequar às normas estabelecidas pelo gestor da unidade escolar.

8/20/2008

Tempo

Com a organização da tabela do tempo pude observar como organizo minha rotina diária e semanal.
Procuro conciliar casa, trabalho e estudos.
Aos domingos a tarde procuro me dedicar mais aos estudos.
Nem sempre consigo realizar os trabalhos do PEAD no período que mais ou menos reservo.
Normalmente ocupo o período da tarde e noite, quando inicio as atividades no computador observo que as horas passam muito rápido, sem mesmo me dar por conta.
Ao iniciar o curso de pedagogia, precisei ajustar meus horários para poder atender todos os meus afazeres.
Mas estou observando no momento que preciso reorganizar melhor ainda o gerênciamento do meu tempo.
Pretendo diminuir o "tempo" das atividades domésticas, e me dedicar mais tempo aos estudos.

6/21/2008

Minhas imagens de Matemática do 4º Semestre.

O desafio das sombras.

Realizei com meus alunos o desafio de criar imagens a partir das sombras com formas geométricas.
Os alunos ficaram enlouquecidos, cada grupo (trio) queria fazer uma sombra melhor do que a outra.
A segunda parte do trabalho era criar um conceito sobre: O que é a sombra?
Todos participaram, cada um falou o seu entendimento sobre o assunto.
Conseguiram formar o seguinte conceito:
O que é a sombra?
“A sombra é feita quando o sol ou uma outra luz bate em alguma coisa e isso reproduz uma imagem.”

Organizando os brinquedos da sala de aula.

Para trabalhar a organização do espaço, peço sempre aos alunos que após brincarem com os brinquedos na “Hora do Brinquedo”, organizem os mesmos nas estantes e nos baús.
Todos participam da organização dos brinquedos, eles conseguem organizar por brinquedos, já na estante grande ficam os jogos, cada um na sua caixa, os carrinhos em ordem, sendo os maiores atrás e os menores na frente.
Nos baús ficam os brinquedos do tipo instrumentos musicais e na estante pequena fica guardado as bonecas.
Eles têm uma facilidade imensa de organizar, todos que chegam na sala perguntam: “Quem é que organiza os brinquedos?”.
Muitas dessas pessoas ficam admiradas quando falo que são os próprios alunos que organizam.

Coelho Sai da Toca.

Essa brincadeira simples e antiga propicia aos alunos trabalharem com as relações espaciais, aquelas que chamamos de relações topológicas, isto é, não se tem relação de distâncias, retas e ângulos, apenas relações de vizinhança, de ordem espacial, de dentro para fora.

Reciclagem do lixo.

Coloquei o meu projeto de ciências sobre a reciclagem do lixo em prática com meus alunos.
A atividade despertou a conscientização dos alunos sobre como se deve separar o lixo de forma correta.
A escola vem todos os anos trabalhando com a reciclagem do lixo desde os primeiros anos até a quarta série.
Os alunos se tornaram o fiscal da sala e da escola, quem colocar lixo no lugar errado, é chamado a sua atenção para separar de forma correta seu lixo.
Durante o lanche todos estão tendo o cuidado de lavar seu pote de iogurte, latinha de refrigerante e outras embalagens, colocando limpas no lixo seco, bem como despejar toda a sobra do salgadinho, da bolacha ou outro alimento no lixo orgânico.
Muitos pais estão vindo até a escola comentar que em casa as crianças também querem ter duas lixeiras para poderem separar o lixo.

Linhas do Tempo.

Realizei com os meus alunos uma linha do tempo, cada um trouxe algumas fotografias desde o nascimento até os dias de hoje para realizarmos o trabalho.
As crianças gostaram muito de ver como eram os seus colegas quando nasceram e com estão diferentes agora, eles conseguiram observar claramente o processo de desenvolvimento de cada um.

Matemática: Teoria x Prática.

Todas as atividades que estamos realizando no PEAD, estou conseguindo praticar em sala de aula com os meus alunos, desde aquelas mais simples como trabalhar com classificação e seriação até as mais difíceis envolvendo frações.
Procuro sempre lançar novos desafios de uma lúdica envolvendo questões de matemática.
A mais desafiadora foi trabalhar com frações, sendo que atuo em duas turmas de 1º Ano do ensino fundamental, realizei o trabalho de uma forma bem prática sem falar que estávamos trabalhando com frações. Desenhei vários círculos em forma de pizza, sendo que cada um tinha um número de pedaços diferente dos demais.Os alunos adoraram o novo quebra-cabeça de pizza, que deveriam dividir com seus colegas do grupo. Após fizemos um relatório sobre quantas pizzas tinham, quantos pedaços cada um tinha, quantos elementos precisou ter o grupo para que cada um ganhasse um pedaço de pizza.

Perguntas dos alunos que surgem durante a aula.

Todas as perguntas que surgem durante a aula feita pelos alunos, são interessantes, pois nos mostram o quanto são curiosos, sendo essas algumas pistas para sabermos o que eles gostariam de realmente aprender.
As crianças têm medo de errar, vergonha de expor seus sentimentos. Já com os adultos tudo é diferente, preferem ouvir e calar-se diante de expor seus sentimentos.
Tenho isso bem presente no meu cotidiano escolar, sempre quando temos conselho de classe da turma todos os pais e alunos participam, porém notoriamente as crianças falam, dizem o que está bom, o que precisa ser melhorado, já quando fizemos as mesmas perguntas aos pais eles se calam e com isso, fica um ambiente silencioso onde ninguém fala nada.
Instigamos muito eles, para apenas um outro responder...está tudo bem...e mais nada é dito.

Comentário sobre o filme Balance.

Esse filme me levou a uma reflexão sobre o quanto o ser humano é egoísta, pensa somente em si, principalmente quando se vê diante de uma situação ou algo novo. Esquece que existe o próximo, não importando as conseqüências que suas atitudes irão causar ao outro.
Também nos leva a pensar como nós humanos somos capazes de destruir nosso planeta, sem ao menos pensar que essas atitudes impensadas causam irreversíveis danos ao nosso meio ambiente.

Trabalhando com interpretação de desenhos.

Trabalhando com interpretação de desenhos.

Realizei com meus alunos a mesma atividade proposta sobre a interpretação de desenhos que fizemos no início do semestre.Com os alunos pude observar também as várias formas de interpretação que temos sobre um mesmo assunto ou desenho, tudo isso devido as nossas vivências e a bagagem cultural que carregamos desde a nascença.

5/18/2008

A matemática no meu cotidiano.

Todas as atividades que estamos desenvolvendo na interdisciplina de Matemática estão sendo utilizadas na minha prática docente em sala de aula, fazendo com que os alunos aprendam de uma forma lúdica resolver desafios, através de jogos e atividades com materiais concretos.

"Mata a cobra e mostra o pau."

Nessa última semana aconteceu um episodio em sala de aula que gerou polêmica.
Em minha sala de aula tem uma pia, com toda instalação e água corrente.
Um aluno ao utiliza-la, avistou uma lesma no seu interior e chamou os demais colegas para vê-la. Queriam matar o animal, precisei intervir conversando com os alunos, disse que o bichinho era indefeso, que não estava nos prejudicando, pedi para que ninguém tocasse nele.
Espontaneamente um aluno pegou o bicho e colocou na beira da janela, os demais colegas ficaram surpresos com a atitude do menino.
Esse menino chama-se João e ele contou que não tinha medo de pegar a lesma, pois pega os passarinhos que mata com uma funda e os atira no valão perto da sua casa.
A aula parou e todos ficaram em silêncio apavorados com o relato do João.
Fizemos uma conversa sobre a importância dos animais em nossa vida, principalmente a dos pássaros, alguns coleguinhas posicionaram-se contra a atitude do menino, falaram inclusive sobre a fé e a religião, dizendo que com certeza “Papai do Céu” iria castiga-lo.
Perguntei ao menino onde ficava o “valão” que os passarinhos mortos eram jogados, descobri que se tratava do Arroio Feijó, então aproveitamos para falar sobre preservação do arroio, que a chuva na qual alagava a casa do João era causada devido ao lixo depositado nos esgotos e no arroio.
No dia seguinte o João trouxe a “funda” para mostrar as seus colegas seu brinquedo preferido.
Disse: - Vocês duvidaram que eu tinha uma funda então eu trouxe para mostrá-la “eu mato a cobra e mostro o pau”.
Recolhi a funda, novamente fizemos uma conversa sobre a postura errada do menino, um colega fez uma comparação da funda com um revolver, matar um pássaro com uma “fundada” é o mesmo que uma pessoa matar outra com um tiro.
Após a aula terminar fui examinar a funda e o que pude observar é que ela era bem feita, que não podia ser confeccionada por uma criança, isso foi o que mais me causou revolta, como um adulto tem a coragem de incentivar uma criança a fazer maldades com os animais. Vejo o aluno como um inocente de seis anos que reproduz a violência contra a natureza, através de incentivos vividos por ele em seu meio social.

4/21/2008

Plano Individual de Estudos.


Plano de Estudo.



Decidi fazer o meu plano de estudo sobre o assunto "Imagens", pois ainda tenho dificuldades em trabalhar com as imagens e acredito que com isso poderei melhorar o meu Blog, Pbwiki e outros trabalhos que exijam as mesmas.

Recordações dos velhos tempos de estudante.

Recordações dos velhos tempos de estudante.


A Interdisciplina de Representação do Mundo pelos Estudos Sociais está nos proporcionando repensar a maneira de trabalhar Estudos Sociais com nossos alunos e também nos fez relembrar nossos velhos tempos de estudante. Principalmente daquelas aulas cansativas de história, onde era necessário responder aos imensos questionários dos livros e decorar datas históricas. Todas as aulas sempre eram a mesma rotina, primeiro abrir o livro na página indicada pelo professor e depois fazer leitura silenciosa e responder o questionário.
Apesar de ainda existir mestres como aqueles, já nos deparamos com outros, preocupados em tornar as aulas mais agradáveis.
Inclusive lembro das minhas aulas de História no curso de Magistério, onde a professora decorava um capítulo inteiro de um determinado livro, sendo que durante as aulas transmitia tudo que havia decorado, nos obrigava a ouvi-la em silêncio sem fazer anotações nenhuma, justificava que não era preciso, pois havia deixado o texto para fazermos cópia no xerox da escola. O pior de tudo era a avaliação, pois esta era uma folha em branco, onde tínhamos que escrever tudo o que lemos no texto, tudo igualzinho sem tirar ou acrescentar nada. E de vez em quando a prova era oral.
Era um horror, as notas da turma eram zero, um, dois,....a maior era cinco. Nesse ano praticamente toda a turma foi reprovada na disciplina.
O que eu nunca entendi era o motivo das atitudes da professora, ela era jovem, graduada, pós-graduada e na época também era estudante do curso de Mestrado em História.

3/31/2008

Avaliação do III Semestre.

Avaliando o III Semestre.

De acordo com as apresentações realizadas no final do semestre, o grupo em que participei teve a maioria das aprendizagens semelhantes. Em geral todo o grupo obteve um excelente aproveitamento em todas as interdisciplinas. Esse semestre foi aquele em que podemos usufruir tudo o que aprendemos no curso de pedagogia com nossas vivências em sala de aula. Nossos alunos adoravam as atividades propostas, sendo que vibravam com as mesmas. Sem dúvida, enriquecemos muito nosso trabalho pedagógico.
A interdisciplina de Teatro me proporcionou trabalhar o teatro com as crianças de uma maneira lúdica e prazerosa.
A interdisciplina de Música nos fez perceber quantas coisas existem na música que podem ser trabalhadas em sala de aula.
Na interdisciplina de Artes Visuais realizamos atividades importantes que nos proporcionou um contato maior com a arte, como por exemplo à visitação a Bienal.

12/09/2007

Música MPB para crianças

Antes nunca tinha parado para pensar, em compassos e ritmos presentes nas músicas.
Durante a aula presencial a professora Cristina nos propiciou refletir sobre os passos, compassos e até sobre as notas musicais.
Sempre ouvi músicas, mas nunca havia pensado nesta questão.
Depois foi a vez de por em prática com os meus alunos o que aprendi na aula presencial.
Primeiro conversei sobre as músicas preferidas de cada um, logo em seguida deram a sugestão da música “Fico assim sem você” da cantora Adriana Calcanhoto.
Inicialmente cantamos a música apenas acompanhada por palmas, logo após a escutamos.
Então logo lancei o desafio de marcarmos a música através de passos em quatro tempos. Os alunos compreenderam os passos, então fizemos os mesmos acompanhados do som da música.
Nessa proposta pude observar que os meninos demonstram maior facilidade, talvez sensibilidade com o ritmo da música e as meninas com a expressão corporal, nesse caso com os passos.

"Contação" de Histórias Infantis.

A interdisciplina de Literatura nos proporcionou a experiência e importância de contar de forma correta uma história. Nos levou a refletir sobre a maneira lúdica e envolvente que há em contar histórias para as crianças.
Como professora sempre gostei de contar histórias para os meus alunos da maneira mais lúdica e atrativa possível e a interdisciplina veio de encontro ao trabalho que já realiza anteriormente.
Ouvir uma história encenada se torna muito atrativa e propicia aos alunos viajarem em um mundo de imaginações.
Apenas ouvir alguém contar uma história torna-se algo cansativo e faz com que muitas vezes a história perca seu real sentido. As crianças também se dispersam e conversam no momento em que a história está sendo contada.
O trabalho proposto pela professora Suyan sobre a apresentação de uma história infantil foi ótimo, envolveu todo o grupo de alunos, houve uma preocupação em contar a história da maneira mais lúdica possível, envolveu a construção de cenários, de personagens, máscaras, fantoches e roupas.
Todas as apresentações estavam ótimas apesar de serem muitos grupos, não se tornou cansativo, pois cada grupo soltou a imaginação e representou sua história da melhor forma possível.

12/02/2007

VISITA A 6ª BIENAL DO MERCOSUL



Foi ótima a visita a 6ª Bienal do Mercosul, pois nunca havia visitado antes, por falta de oportunidade. Com a realização do projeto de Artes Visuais pude entender melhor a exposição, durante a visitação os monitores comentavam sobre as obras de cada artista, contando assim um pouco da história de cada uma e também a biografia dos mesmos.
Através de uma obra podemos ter várias visões, cada pessoa consegue enxergar de uma maneira diferente uma da outra.
Cada obra é rica em detalhes, cores, materiais utilizados para construí-las e transmite várias mensagens. Durante a visitação tivemos a oportunidade em conhecer as obras de alguns artistas.
No Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) estavam abrigadas às mostras monográficas dos artistas Francisco Matto e Öyvind Fahlström, já no Santander Cultural estava a exposição monográfica do artista Jorge Macchi.

POR QUE VOCÊ OUVE TANTA PORCARIA?

Aproveitando o trabalho com a marcação dos “passos” da música MPB das crianças fiz uma pesquisa sobre as preferências musicais dos alunos.
De acordo com a pesquisa realmente pude observar, como a mídia influencia às preferências.
Todas as porcarias que a mídia lança torna-se modismo, porém tudo isso acaba se tornando passageiro.
Temos como exemplo algumas músicas que fizeram sucesso a momentos atrás e que atualmente ninguém mais lembra, foram apenas as sensações daquele momento.
Muitas vezes as pessoas acham os lançamentos musicais o máximo, mas nem se dão conta da mensagem que a música transmite, inclusive gostam pois ouvem toda hora nas rádios.

11/18/2007

COMENTÁRIO DO BLOG RELATOS DE EXPERIÊNCIAS

O relato de experiência que mais despertou minha atenção foi:

Alfabetização e Informática

http://http://quemfaz.blogspot.com/2005_03_01_archive.html

O projeto foi realizado pela Professora Célia Reichert Engelmann na Escola Municipal de Ensino Fundamental Albano Kanzler, localizada no Município de Jaraguá do sul / SC, sendo este realizado com uma turma de alfabetização.
A escola possui um Ambiente de Tecnologia Educacional (ATE) que é um ambiente composto de biblioteca, videoteca, televisão, vídeo e dez microcomputadores conectados à Internet.
Segundo a professora havia uma necessidade de oferecer aos alunos o acesso aos mesmos, pois o papel do professor é de propiciar aos alunos vivências e o desenvolvimento de habilidades, tais como: a busca e troca de informações; o interesse na construção e reconstrução do conhecimento; a interação e cooperação em grupo, ou seja, a preparação dos alunos para enfrentar as exigências sociais.
O recurso da informática é uma alternativa para o processo de alfabetização, pois desperta a curiosidade possibilitando a continuidade na pesquisa e estimulando a criatividade, facilitando a organização estética na criação e recriação da produção escrita.
A Professora Célia para garantir o sucesso do projeto traçou as seguintes metas como objetivo de trabalho:
� Buscar fundamentos teóricos para orientar a prática;
� Apresentar os periféricos que compõe o computador;
� Identificar os programas do Megalogo, Paint e Word;
� Digitar músicas que se sabe de cor, para o reconhecimento do teclado e mouse;
� Utilizar o computador como recurso no processo de alfabetização;
� Realizar leituras de histórias de diversos gêneros fazendo uso de diversos recursos;
� Construir histórias em grupos utilizando o Editor de Texto;
� Revisar e reconstruir as histórias construídas;
� Desenhar utilizando o Paint;
� Organizar uma manhã de socialização com pais, para apresentação dos trabalhos.
A professora mostra os argumentos que facilitam a clareza das suas intenções quando diz que “no processo de alfabetização, muitas vezes torna-se cansativa para o aluno a produção escrita, sendo que esta produção pode tornar-se mais atrativa com o uso do computador que possibilitará que o aluno não se preocupe com o tratado das letras, dedicando-se ao conteúdo dos textos. A escola tem o compromisso de oferecer aos alunos a escrita em seus diversos usos, entendendo que a alfabetização não é apenas ler e escrever, mas aprender a ler o mundo e compreender o seu contexto”.
Como professora também vivencio essa prática em minha escola com meus alunos, que têm acesso ao ambiente informatizado uma vez por semana.
Percebo claramente o processo de alfabetização através das atividades realizadas por eles no computador, principalmente seus avanços, dificuldades e os níveis de alfabetização em que cada um se encontra.

MÚSICA E LUDICIDADE

Realizei com meus alunos um trabalho onde envolvia uma pesquisa sobre as cantigas e brincadeiras que os avós brincavam na infãncia.
Os avós precisaram ensinar os netos a cantar e brincar com as brincadeiras da época passada.
Depois fizemos um grande círculo e cada aluno mostrou o que aprendeu com seus avós.
As brincadeiras envolvendo bonecas e jogo de futebol foram as mais destacadas, as músicas infantis foram as cantigas "Atirei o pau no gato", "Terezinha de Jesus", etc.

MÚSICA NA MINHA CIDADE


A interdisciplina de Música me proporcionou pesquisar sobre a música na minha cidade, antes de realizar o trabalho não sabia que em Alvorada, município onde moro e trabalho houvesse grupos musicais de Rap e Funck e também bandas próprias da cidade. Sabia apenas da existência das bandas das escolas São Marcos, Castro Alvez e Senador Salgado Filho.
Conheci algumas bandas de funck, pop rock e rap. Também temos a cantora Carine que a pouco tempo ficou conhecida por participar do prgrama Ídolos no SBT.
Optei em realizar o trabalho sobre a Banda Marcial São marcos que atualmente é bem conhecida em todo o estado. Quando estudei na escola a Banda estava apenas em seu início, foi muito bom ter descoberto o quanto a mesma evoluiu, pude conferir os troféus que já conquistaram em todos esses anos. Também foi ampliada, possiu duas categorias: Sênior e Júnior com mais de setenta participantes.

11/04/2007

HORA DE FAZER NOSSA HISTÓRIA VIRAR TEATRO.


Após a construção da história e da galeria de desenhos precisavamos encenar nossa história.

Dividi a turma em quatro grupos, daí então foi lançado o desafio: "Dramatizar a história coletiva da maneira que desejassem".

Fizemos a construção do cenário bem simples, porém envolveu a participação de todos os alunos. O palco foi o fundo da sala de aula.

Nesta atividade precisei intervir, alguns alunos se alteraram com a escolha dos personagens que cada um representaria.

Esta proposta fez com que houvesse comprometimento de todos, tinha uma representação para cada um, os alunos mais tímidos monstraram-se mais desinibidos, foi ótimo todos participaram.

A platéia prestava atenção atentamente a cada detalhe do teatro.

Esta proposta de trabalho mostrou o quanto podemos criar com nossos alunos. Teatro não é apenas peças "prontas" onde cada um tem que decorar seu papel e depois apresenta-lo.

Não é apenas fazer um "teatrinho" para apresentar nas datas comemorativas. Podemos trabalhar com a improvisação, com a expressão corporal e proporcionar aos alunos a criatividade e a imaginação.

HISTÓRIA COLETIVA DA TURMA 13

O menino e o porquinho.

Era uma vez um menino que protegia a natureza.

Daí um dia passou um caçador e pisando em todas as flores que encontrava pelo caminho.

O caçador queria matar um porquinho na floresta e o menino não deixou.

O porquinho se perdeu e acabou indo parar na floresta.

O menino ficou feliz quando encontrou o porquinho que estava perdido na floresta.

O porquinho fugiu do menino e encontrou a sua mãe Dona Porca no caminho.

Ele ficou muito feliz e deu um abraço na sua mãe, bem na hora encontraram o caçador e precisaram correr dele.

O menino viu o caçador perseguindo os porcos e precisou enfrentá-lo. O caçador desistiu de matar o porquinho e sua mãe e voltou para sua cidade.

E assim todos ficaram felizes para sempre.


HISTÓRIA COLETIVA

Como precisava realizar a atividade da interdisciplina de Teatro aproveitei a sugestão da atividade História Coletiva da interdisciplina Seminário Integrador.
Sugeri aos meus alunos a construção de uma história onde todos precisavam participar, cada um foi falando uma parte e eu apenas anotando no quadro, depois de pronta foi o momento de escolher o título. Alguns alunos deram sugestões, fizemos votação e escolhemos finalmente o nome da história.
Esta experiência foi muito válida, antes nunca havia realizado esta proposta de trabalho, sempre trabalhei com alunos pequenos e nunca imaginei que isto fosse possível.
Em geral a turma me surpreendeu com a proposta, todos os alunos participaram ativamente da construção da história, havendo respeito e entendimento entre todos.
Logo após foi o momento de integrar a história coletiva a arte.
Foi o momento dos alunos colocarem a sua imaginação no papel. Cada aluno desenhou a história do seu jeito e também como no PEAD na interdisciplina de Artes Visuais construimos uma galeria com os desenhos da turma em um cantinho da sala de aula.
Os alunos adoraram construir a galeria e depois cada um pode observar os trabalhos dos demais colegas.

10/22/2007

Interpretação de Poesias.

Encontrei dificuldades para realizar o trabalho de interpretação de poesias, pois nunca tinha feito o mesmo antes. Como a grande maioria dos colegas, a tutora solicitou que fizesse uma revisão em meu trabalho, sendo que estava muito superficial.
Li e reli várias vezes o texto proposto pela interdisciplina mas tive muitas dúvidas, procurei outros materiais e continuava não entendendo nada.
Precisei procurar um profissional desta área, para entender um pouco melhor o assunto.
Agora já consigo entender melhor, pórem ainda continuo achando complicada a interpretação das poesias.

9/30/2007

III SEMESTRE

Estamos no III semestre do nosso curso, até agora tudo passou muito rápido.
Relembrando...
Faz um ano que aconteceram mudanças radicas em minha vida, nesse tempo precisei aprender a organizar melhor meu tempo e conseguir conciliar trabalho, família e estudos. Também a utilizar o computador com freqüência, sendo que antes não sabia nem mesmo liga-lo.
Estou contente em estar a cada dia superando minhas dificuldades.

8/13/2007

HOMENAGEM AOS PAIS!


Sábado em minha escola fizemos uma homenagem a todos os pais, foi ótimo, teve atividades no laboratório de informática, onde os mesmos compartilharam momentos de descontração com os filhos.
Na biblioteca teve uma rodinha, onde os pais contavam um pouco de sua infância, suas brincadeiras e brinquedos preferidos naquela época, os filhos aproveitaram o momento e relataram seus brinquedos preferidos atualmente.Também teve a apresentação de uma banda marcial, tudo isso acompanhado de pipoca e chimarrão.

7/29/2007

Escola da Ponte

Lendo o texto "Escola da Ponte", do autor José Pacheco e fazendo pesquisas, fiquei admirada pelo projeto, achei muito interessante, o comprometimento de toda a comunidade escolar no"projeto" é maravilhoso, e é isso que faz o mesmo acontecer.

Mensagens da Tutora Adriana Irigaray

A Tutora Adriana todos os finais de semana envia uma mensagem muito especial. Suas mensagens são de otimismo, sempre uma palavra amiga para nos confortar, outras vezes para darmos risadas e descontrair um pouco. Virou um vício todos os finais de semana esperar a mensagem dela.
Parabéns pela criatividade!

7/22/2007

UFRGS (ROODA) sem conexão

Hoje a página da UFGRS (ROODA) está com problemas na conexão, não consigo acessar nada , isso causa preocupação, preciso usá-la para poder realizar meus trabalhos.
Realizei as atividades envolvendo a entrevista com os pais dos alunos no wiki, lá deu tudo certo.

7/15/2007

Recordando a Infância



As interdisciplinas de História e Infância estão nos proporcionando relembrar nossa infância.
Esta semana a aula presencial estava ótima, foi realizado um trabalho em grupo onde tinhamos que dramatizar alguma coisa que lembrasse nossa infância. Foram recordadas várias brincadeiras de roda, cantigas, brinquedos que naquela época eram lançamentos e outros que eram confeccionados por nós.Tenho muita saudade daqueles velhos bons tempos.

Pela primeira vez me senti feliz no Pead

Esta semana fiquei muito feliz, ao chegar na escola onde trabalho, minha colega e amiga Marili que também faz parte do curso, me deu a notícia de que havia tirado "A" na prova de Psicologia e Alfabetização. Não foi nada fácil, pois foram tantas leituras de dificil interpretação.

6/23/2007

VIVA SÃO JOÃO !!!




Eta sô...O tempo passa...Já é São João!


Origem da Festa Junina:


Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades que ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que esta festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

6/19/2007

Grande Expectativa

Estou com bastante curiosidade em relação as novas interdisciplinas: Escolarização, Espaço e Tempo na Perpectiva Histórica e Infância de 0 a 10 anos que começarão amanhã dia 20/06.

6/10/2007

Muitas dificuldades pelo caminho.


Nunca foi tão difícil criar um gráfico sem ao menos ter idéia e experiência do que estava fazendo, apenas tinha dicas de como fazê-lo. Passei o final de semana tentando descobrir uma forma de relizá-los, foram muitas tentativas e tropeços, mas finalmente consegui. O mesmo ocorreu com as fotos, até que descobri que poderia redimencioná-las no próprio Wiki. Tudo isso para montar minha página do Pbwiki "Minha sala de aula".

5/27/2007

Reflexão...

" A linguagem da palavra é sempre precedida de leitura do mundo. E aprender a ler, a escrever, alfabetizar-se é, antes de mais nada, aprender a ler o mundo, compreender o seu contexto, não numa manipulação mecânica de palavras, mas numa relação dinâmica que vincula linguagem e realidade."
Paulo Freire
Uma boa semana a todos!

5/20/2007

Que correria!



Nossa já estou cansando de tanta correria, quanto mais textos leio e realizo atividades, mais coisas têm para fazer.

Não estou conseguindo ficar em dia com os trabalhos.

Que loucura...Esse Freud...amanheço e anoiteço lendo seus textos, mas por outro lado eles têm trazido muitas coisas boas, estou começando a entender a razão e o porque de vários assuntos relacionados aos seres humanos.

5/08/2007

DOCE ILUSÃO

E então Professoras...Onde estão as vagas oferecidas até domingo para as oficinas de alfabetização? Isso até parece propaganda enganosa, pois conversando com outras colegas ontem(segunda-feira) soube que desde sexta-feira as vagas já haviam sido preenchidas.

4/22/2007

TENTANDO RECOMEÇAR O 2º SEMESTRE

Depois de tantos desencontros, finalmente consegui postar. Cada vez que vou publicar minha postagem a página do blog fica sem conexão. Mas apesar de tudo estou muito feliz em recomeçar o semestre. Estou com grandes expectativas em relação a disciplina de alfabetização, pois trabalho já alguns anos nesta área.