Com a organização da tabela do tempo pude observar como organizo minha rotina diária e semanal.
Procuro conciliar casa, trabalho e estudos.
Aos domingos a tarde procuro me dedicar mais aos estudos.
Nem sempre consigo realizar os trabalhos do PEAD no período que mais ou menos reservo.
Normalmente ocupo o período da tarde e noite, quando inicio as atividades no computador observo que as horas passam muito rápido, sem mesmo me dar por conta.
Ao iniciar o curso de pedagogia, precisei ajustar meus horários para poder atender todos os meus afazeres.
Mas estou observando no momento que preciso reorganizar melhor ainda o gerênciamento do meu tempo.
Pretendo diminuir o "tempo" das atividades domésticas, e me dedicar mais tempo aos estudos.
8/20/2008
6/21/2008
O desafio das sombras.
Realizei com meus alunos o desafio de criar imagens a partir das sombras com formas geométricas.
Os alunos ficaram enlouquecidos, cada grupo (trio) queria fazer uma sombra melhor do que a outra.
A segunda parte do trabalho era criar um conceito sobre: O que é a sombra?
Todos participaram, cada um falou o seu entendimento sobre o assunto.
Conseguiram formar o seguinte conceito:
O que é a sombra?
“A sombra é feita quando o sol ou uma outra luz bate em alguma coisa e isso reproduz uma imagem.”
Os alunos ficaram enlouquecidos, cada grupo (trio) queria fazer uma sombra melhor do que a outra.
A segunda parte do trabalho era criar um conceito sobre: O que é a sombra?
Todos participaram, cada um falou o seu entendimento sobre o assunto.
Conseguiram formar o seguinte conceito:
O que é a sombra?
“A sombra é feita quando o sol ou uma outra luz bate em alguma coisa e isso reproduz uma imagem.”
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Repres. pelo Mundo das Ciências
Organizando os brinquedos da sala de aula.
Para trabalhar a organização do espaço, peço sempre aos alunos que após brincarem com os brinquedos na “Hora do Brinquedo”, organizem os mesmos nas estantes e nos baús.
Todos participam da organização dos brinquedos, eles conseguem organizar por brinquedos, já na estante grande ficam os jogos, cada um na sua caixa, os carrinhos em ordem, sendo os maiores atrás e os menores na frente.
Nos baús ficam os brinquedos do tipo instrumentos musicais e na estante pequena fica guardado as bonecas.
Eles têm uma facilidade imensa de organizar, todos que chegam na sala perguntam: “Quem é que organiza os brinquedos?”.
Muitas dessas pessoas ficam admiradas quando falo que são os próprios alunos que organizam.
Todos participam da organização dos brinquedos, eles conseguem organizar por brinquedos, já na estante grande ficam os jogos, cada um na sua caixa, os carrinhos em ordem, sendo os maiores atrás e os menores na frente.
Nos baús ficam os brinquedos do tipo instrumentos musicais e na estante pequena fica guardado as bonecas.
Eles têm uma facilidade imensa de organizar, todos que chegam na sala perguntam: “Quem é que organiza os brinquedos?”.
Muitas dessas pessoas ficam admiradas quando falo que são os próprios alunos que organizam.
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ESTUDOS SOCIAIS,
Repres. pelo Mundo da Matemática
Coelho Sai da Toca.
Essa brincadeira simples e antiga propicia aos alunos trabalharem com as relações espaciais, aquelas que chamamos de relações topológicas, isto é, não se tem relação de distâncias, retas e ângulos, apenas relações de vizinhança, de ordem espacial, de dentro para fora.
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ESTUDOS SOCIAIS,
Repres. pelo Mundo da Matemática
Reciclagem do lixo.
Coloquei o meu projeto de ciências sobre a reciclagem do lixo em prática com meus alunos.
A atividade despertou a conscientização dos alunos sobre como se deve separar o lixo de forma correta.
A escola vem todos os anos trabalhando com a reciclagem do lixo desde os primeiros anos até a quarta série.
Os alunos se tornaram o fiscal da sala e da escola, quem colocar lixo no lugar errado, é chamado a sua atenção para separar de forma correta seu lixo.
Durante o lanche todos estão tendo o cuidado de lavar seu pote de iogurte, latinha de refrigerante e outras embalagens, colocando limpas no lixo seco, bem como despejar toda a sobra do salgadinho, da bolacha ou outro alimento no lixo orgânico.
Muitos pais estão vindo até a escola comentar que em casa as crianças também querem ter duas lixeiras para poderem separar o lixo.
A atividade despertou a conscientização dos alunos sobre como se deve separar o lixo de forma correta.
A escola vem todos os anos trabalhando com a reciclagem do lixo desde os primeiros anos até a quarta série.
Os alunos se tornaram o fiscal da sala e da escola, quem colocar lixo no lugar errado, é chamado a sua atenção para separar de forma correta seu lixo.
Durante o lanche todos estão tendo o cuidado de lavar seu pote de iogurte, latinha de refrigerante e outras embalagens, colocando limpas no lixo seco, bem como despejar toda a sobra do salgadinho, da bolacha ou outro alimento no lixo orgânico.
Muitos pais estão vindo até a escola comentar que em casa as crianças também querem ter duas lixeiras para poderem separar o lixo.
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Repres. pelo Mundo das Ciências
Linhas do Tempo.
Realizei com os meus alunos uma linha do tempo, cada um trouxe algumas fotografias desde o nascimento até os dias de hoje para realizarmos o trabalho.
As crianças gostaram muito de ver como eram os seus colegas quando nasceram e com estão diferentes agora, eles conseguiram observar claramente o processo de desenvolvimento de cada um.
As crianças gostaram muito de ver como eram os seus colegas quando nasceram e com estão diferentes agora, eles conseguiram observar claramente o processo de desenvolvimento de cada um.
Matemática: Teoria x Prática.
Todas as atividades que estamos realizando no PEAD, estou conseguindo praticar em sala de aula com os meus alunos, desde aquelas mais simples como trabalhar com classificação e seriação até as mais difíceis envolvendo frações.
Procuro sempre lançar novos desafios de uma lúdica envolvendo questões de matemática.
A mais desafiadora foi trabalhar com frações, sendo que atuo em duas turmas de 1º Ano do ensino fundamental, realizei o trabalho de uma forma bem prática sem falar que estávamos trabalhando com frações. Desenhei vários círculos em forma de pizza, sendo que cada um tinha um número de pedaços diferente dos demais.Os alunos adoraram o novo quebra-cabeça de pizza, que deveriam dividir com seus colegas do grupo. Após fizemos um relatório sobre quantas pizzas tinham, quantos pedaços cada um tinha, quantos elementos precisou ter o grupo para que cada um ganhasse um pedaço de pizza.
Procuro sempre lançar novos desafios de uma lúdica envolvendo questões de matemática.
A mais desafiadora foi trabalhar com frações, sendo que atuo em duas turmas de 1º Ano do ensino fundamental, realizei o trabalho de uma forma bem prática sem falar que estávamos trabalhando com frações. Desenhei vários círculos em forma de pizza, sendo que cada um tinha um número de pedaços diferente dos demais.Os alunos adoraram o novo quebra-cabeça de pizza, que deveriam dividir com seus colegas do grupo. Após fizemos um relatório sobre quantas pizzas tinham, quantos pedaços cada um tinha, quantos elementos precisou ter o grupo para que cada um ganhasse um pedaço de pizza.
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Repres. pelo Mundo da Matemática
Perguntas dos alunos que surgem durante a aula.
Todas as perguntas que surgem durante a aula feita pelos alunos, são interessantes, pois nos mostram o quanto são curiosos, sendo essas algumas pistas para sabermos o que eles gostariam de realmente aprender.
As crianças têm medo de errar, vergonha de expor seus sentimentos. Já com os adultos tudo é diferente, preferem ouvir e calar-se diante de expor seus sentimentos.
Tenho isso bem presente no meu cotidiano escolar, sempre quando temos conselho de classe da turma todos os pais e alunos participam, porém notoriamente as crianças falam, dizem o que está bom, o que precisa ser melhorado, já quando fizemos as mesmas perguntas aos pais eles se calam e com isso, fica um ambiente silencioso onde ninguém fala nada.
Instigamos muito eles, para apenas um outro responder...está tudo bem...e mais nada é dito.
As crianças têm medo de errar, vergonha de expor seus sentimentos. Já com os adultos tudo é diferente, preferem ouvir e calar-se diante de expor seus sentimentos.
Tenho isso bem presente no meu cotidiano escolar, sempre quando temos conselho de classe da turma todos os pais e alunos participam, porém notoriamente as crianças falam, dizem o que está bom, o que precisa ser melhorado, já quando fizemos as mesmas perguntas aos pais eles se calam e com isso, fica um ambiente silencioso onde ninguém fala nada.
Instigamos muito eles, para apenas um outro responder...está tudo bem...e mais nada é dito.
Comentário sobre o filme Balance.
Esse filme me levou a uma reflexão sobre o quanto o ser humano é egoísta, pensa somente em si, principalmente quando se vê diante de uma situação ou algo novo. Esquece que existe o próximo, não importando as conseqüências que suas atitudes irão causar ao outro.
Também nos leva a pensar como nós humanos somos capazes de destruir nosso planeta, sem ao menos pensar que essas atitudes impensadas causam irreversíveis danos ao nosso meio ambiente.
Também nos leva a pensar como nós humanos somos capazes de destruir nosso planeta, sem ao menos pensar que essas atitudes impensadas causam irreversíveis danos ao nosso meio ambiente.
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Repres. pelo Mundo das Ciências.
Trabalhando com interpretação de desenhos.
Trabalhando com interpretação de desenhos.
Realizei com meus alunos a mesma atividade proposta sobre a interpretação de desenhos que fizemos no início do semestre.Com os alunos pude observar também as várias formas de interpretação que temos sobre um mesmo assunto ou desenho, tudo isso devido as nossas vivências e a bagagem cultural que carregamos desde a nascença.
Realizei com meus alunos a mesma atividade proposta sobre a interpretação de desenhos que fizemos no início do semestre.Com os alunos pude observar também as várias formas de interpretação que temos sobre um mesmo assunto ou desenho, tudo isso devido as nossas vivências e a bagagem cultural que carregamos desde a nascença.
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Repres. pelo Mundo das Ciências.
5/18/2008
A matemática no meu cotidiano.
Todas as atividades que estamos desenvolvendo na interdisciplina de Matemática estão sendo utilizadas na minha prática docente em sala de aula, fazendo com que os alunos aprendam de uma forma lúdica resolver desafios, através de jogos e atividades com materiais concretos.
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Repres. pelo Mundo da Matemática
"Mata a cobra e mostra o pau."
Nessa última semana aconteceu um episodio em sala de aula que gerou polêmica.
Em minha sala de aula tem uma pia, com toda instalação e água corrente.
Um aluno ao utiliza-la, avistou uma lesma no seu interior e chamou os demais colegas para vê-la. Queriam matar o animal, precisei intervir conversando com os alunos, disse que o bichinho era indefeso, que não estava nos prejudicando, pedi para que ninguém tocasse nele.
Espontaneamente um aluno pegou o bicho e colocou na beira da janela, os demais colegas ficaram surpresos com a atitude do menino.
Esse menino chama-se João e ele contou que não tinha medo de pegar a lesma, pois pega os passarinhos que mata com uma funda e os atira no valão perto da sua casa.
A aula parou e todos ficaram em silêncio apavorados com o relato do João.
Fizemos uma conversa sobre a importância dos animais em nossa vida, principalmente a dos pássaros, alguns coleguinhas posicionaram-se contra a atitude do menino, falaram inclusive sobre a fé e a religião, dizendo que com certeza “Papai do Céu” iria castiga-lo.
Perguntei ao menino onde ficava o “valão” que os passarinhos mortos eram jogados, descobri que se tratava do Arroio Feijó, então aproveitamos para falar sobre preservação do arroio, que a chuva na qual alagava a casa do João era causada devido ao lixo depositado nos esgotos e no arroio.
No dia seguinte o João trouxe a “funda” para mostrar as seus colegas seu brinquedo preferido.
Disse: - Vocês duvidaram que eu tinha uma funda então eu trouxe para mostrá-la “eu mato a cobra e mostro o pau”.
Recolhi a funda, novamente fizemos uma conversa sobre a postura errada do menino, um colega fez uma comparação da funda com um revolver, matar um pássaro com uma “fundada” é o mesmo que uma pessoa matar outra com um tiro.
Após a aula terminar fui examinar a funda e o que pude observar é que ela era bem feita, que não podia ser confeccionada por uma criança, isso foi o que mais me causou revolta, como um adulto tem a coragem de incentivar uma criança a fazer maldades com os animais. Vejo o aluno como um inocente de seis anos que reproduz a violência contra a natureza, através de incentivos vividos por ele em seu meio social.
Em minha sala de aula tem uma pia, com toda instalação e água corrente.
Um aluno ao utiliza-la, avistou uma lesma no seu interior e chamou os demais colegas para vê-la. Queriam matar o animal, precisei intervir conversando com os alunos, disse que o bichinho era indefeso, que não estava nos prejudicando, pedi para que ninguém tocasse nele.
Espontaneamente um aluno pegou o bicho e colocou na beira da janela, os demais colegas ficaram surpresos com a atitude do menino.
Esse menino chama-se João e ele contou que não tinha medo de pegar a lesma, pois pega os passarinhos que mata com uma funda e os atira no valão perto da sua casa.
A aula parou e todos ficaram em silêncio apavorados com o relato do João.
Fizemos uma conversa sobre a importância dos animais em nossa vida, principalmente a dos pássaros, alguns coleguinhas posicionaram-se contra a atitude do menino, falaram inclusive sobre a fé e a religião, dizendo que com certeza “Papai do Céu” iria castiga-lo.
Perguntei ao menino onde ficava o “valão” que os passarinhos mortos eram jogados, descobri que se tratava do Arroio Feijó, então aproveitamos para falar sobre preservação do arroio, que a chuva na qual alagava a casa do João era causada devido ao lixo depositado nos esgotos e no arroio.
No dia seguinte o João trouxe a “funda” para mostrar as seus colegas seu brinquedo preferido.
Disse: - Vocês duvidaram que eu tinha uma funda então eu trouxe para mostrá-la “eu mato a cobra e mostro o pau”.
Recolhi a funda, novamente fizemos uma conversa sobre a postura errada do menino, um colega fez uma comparação da funda com um revolver, matar um pássaro com uma “fundada” é o mesmo que uma pessoa matar outra com um tiro.
Após a aula terminar fui examinar a funda e o que pude observar é que ela era bem feita, que não podia ser confeccionada por uma criança, isso foi o que mais me causou revolta, como um adulto tem a coragem de incentivar uma criança a fazer maldades com os animais. Vejo o aluno como um inocente de seis anos que reproduz a violência contra a natureza, através de incentivos vividos por ele em seu meio social.
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Repres. pelo Mundo das Ciências
4/21/2008
Plano Individual de Estudos.
Recordações dos velhos tempos de estudante.
Recordações dos velhos tempos de estudante.
A Interdisciplina de Representação do Mundo pelos Estudos Sociais está nos proporcionando repensar a maneira de trabalhar Estudos Sociais com nossos alunos e também nos fez relembrar nossos velhos tempos de estudante. Principalmente daquelas aulas cansativas de história, onde era necessário responder aos imensos questionários dos livros e decorar datas históricas. Todas as aulas sempre eram a mesma rotina, primeiro abrir o livro na página indicada pelo professor e depois fazer leitura silenciosa e responder o questionário.
Apesar de ainda existir mestres como aqueles, já nos deparamos com outros, preocupados em tornar as aulas mais agradáveis.
Apesar de ainda existir mestres como aqueles, já nos deparamos com outros, preocupados em tornar as aulas mais agradáveis.
Inclusive lembro das minhas aulas de História no curso de Magistério, onde a professora decorava um capítulo inteiro de um determinado livro, sendo que durante as aulas transmitia tudo que havia decorado, nos obrigava a ouvi-la em silêncio sem fazer anotações nenhuma, justificava que não era preciso, pois havia deixado o texto para fazermos cópia no xerox da escola. O pior de tudo era a avaliação, pois esta era uma folha em branco, onde tínhamos que escrever tudo o que lemos no texto, tudo igualzinho sem tirar ou acrescentar nada. E de vez em quando a prova era oral.
Era um horror, as notas da turma eram zero, um, dois,....a maior era cinco. Nesse ano praticamente toda a turma foi reprovada na disciplina.
O que eu nunca entendi era o motivo das atitudes da professora, ela era jovem, graduada, pós-graduada e na época também era estudante do curso de Mestrado em História.
3/31/2008
Avaliação do III Semestre.
Avaliando o III Semestre.
De acordo com as apresentações realizadas no final do semestre, o grupo em que participei teve a maioria das aprendizagens semelhantes. Em geral todo o grupo obteve um excelente aproveitamento em todas as interdisciplinas. Esse semestre foi aquele em que podemos usufruir tudo o que aprendemos no curso de pedagogia com nossas vivências em sala de aula. Nossos alunos adoravam as atividades propostas, sendo que vibravam com as mesmas. Sem dúvida, enriquecemos muito nosso trabalho pedagógico.
A interdisciplina de Teatro me proporcionou trabalhar o teatro com as crianças de uma maneira lúdica e prazerosa.
A interdisciplina de Música nos fez perceber quantas coisas existem na música que podem ser trabalhadas em sala de aula.
Na interdisciplina de Artes Visuais realizamos atividades importantes que nos proporcionou um contato maior com a arte, como por exemplo à visitação a Bienal.
A interdisciplina de Teatro me proporcionou trabalhar o teatro com as crianças de uma maneira lúdica e prazerosa.
A interdisciplina de Música nos fez perceber quantas coisas existem na música que podem ser trabalhadas em sala de aula.
Na interdisciplina de Artes Visuais realizamos atividades importantes que nos proporcionou um contato maior com a arte, como por exemplo à visitação a Bienal.
12/23/2007
12/09/2007
Música MPB para crianças
Antes nunca tinha parado para pensar, em compassos e ritmos presentes nas músicas.
Durante a aula presencial a professora Cristina nos propiciou refletir sobre os passos, compassos e até sobre as notas musicais.
Sempre ouvi músicas, mas nunca havia pensado nesta questão.
Depois foi a vez de por em prática com os meus alunos o que aprendi na aula presencial.
Primeiro conversei sobre as músicas preferidas de cada um, logo em seguida deram a sugestão da música “Fico assim sem você” da cantora Adriana Calcanhoto.
Inicialmente cantamos a música apenas acompanhada por palmas, logo após a escutamos.
Então logo lancei o desafio de marcarmos a música através de passos em quatro tempos. Os alunos compreenderam os passos, então fizemos os mesmos acompanhados do som da música.
Nessa proposta pude observar que os meninos demonstram maior facilidade, talvez sensibilidade com o ritmo da música e as meninas com a expressão corporal, nesse caso com os passos.
Durante a aula presencial a professora Cristina nos propiciou refletir sobre os passos, compassos e até sobre as notas musicais.
Sempre ouvi músicas, mas nunca havia pensado nesta questão.
Depois foi a vez de por em prática com os meus alunos o que aprendi na aula presencial.
Primeiro conversei sobre as músicas preferidas de cada um, logo em seguida deram a sugestão da música “Fico assim sem você” da cantora Adriana Calcanhoto.
Inicialmente cantamos a música apenas acompanhada por palmas, logo após a escutamos.
Então logo lancei o desafio de marcarmos a música através de passos em quatro tempos. Os alunos compreenderam os passos, então fizemos os mesmos acompanhados do som da música.
Nessa proposta pude observar que os meninos demonstram maior facilidade, talvez sensibilidade com o ritmo da música e as meninas com a expressão corporal, nesse caso com os passos.
"Contação" de Histórias Infantis.
A interdisciplina de Literatura nos proporcionou a experiência e importância de contar de forma correta uma história. Nos levou a refletir sobre a maneira lúdica e envolvente que há em contar histórias para as crianças.
Como professora sempre gostei de contar histórias para os meus alunos da maneira mais lúdica e atrativa possível e a interdisciplina veio de encontro ao trabalho que já realiza anteriormente.
Ouvir uma história encenada se torna muito atrativa e propicia aos alunos viajarem em um mundo de imaginações.
Apenas ouvir alguém contar uma história torna-se algo cansativo e faz com que muitas vezes a história perca seu real sentido. As crianças também se dispersam e conversam no momento em que a história está sendo contada.
O trabalho proposto pela professora Suyan sobre a apresentação de uma história infantil foi ótimo, envolveu todo o grupo de alunos, houve uma preocupação em contar a história da maneira mais lúdica possível, envolveu a construção de cenários, de personagens, máscaras, fantoches e roupas.
Todas as apresentações estavam ótimas apesar de serem muitos grupos, não se tornou cansativo, pois cada grupo soltou a imaginação e representou sua história da melhor forma possível.
Como professora sempre gostei de contar histórias para os meus alunos da maneira mais lúdica e atrativa possível e a interdisciplina veio de encontro ao trabalho que já realiza anteriormente.
Ouvir uma história encenada se torna muito atrativa e propicia aos alunos viajarem em um mundo de imaginações.
Apenas ouvir alguém contar uma história torna-se algo cansativo e faz com que muitas vezes a história perca seu real sentido. As crianças também se dispersam e conversam no momento em que a história está sendo contada.
O trabalho proposto pela professora Suyan sobre a apresentação de uma história infantil foi ótimo, envolveu todo o grupo de alunos, houve uma preocupação em contar a história da maneira mais lúdica possível, envolveu a construção de cenários, de personagens, máscaras, fantoches e roupas.
Todas as apresentações estavam ótimas apesar de serem muitos grupos, não se tornou cansativo, pois cada grupo soltou a imaginação e representou sua história da melhor forma possível.
12/02/2007
VISITA A 6ª BIENAL DO MERCOSUL

Foi ótima a visita a 6ª Bienal do Mercosul, pois nunca havia visitado antes, por falta de oportunidade. Com a realização do projeto de Artes Visuais pude entender melhor a exposição, durante a visitação os monitores comentavam sobre as obras de cada artista, contando assim um pouco da história de cada uma e também a biografia dos mesmos.
Através de uma obra podemos ter várias visões, cada pessoa consegue enxergar de uma maneira diferente uma da outra.
Cada obra é rica em detalhes, cores, materiais utilizados para construí-las e transmite várias mensagens. Durante a visitação tivemos a oportunidade em conhecer as obras de alguns artistas.
No Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) estavam abrigadas às mostras monográficas dos artistas Francisco Matto e Öyvind Fahlström, já no Santander Cultural estava a exposição monográfica do artista Jorge Macchi.
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